A opção por Araruna e a política de Aguirre - Juan Teixeira
29 de Maio de 2018Araruna foi titular na vitória contra o América-MG, em Belo Horizonte
Por Juan Teixeira
Araruna? Isso mesmo? Quando saiu a escalação imagino que boa parte dos torcedores ficaram intrigados. A impressão que me passou logo de início foi que Aguirre havia mudado o esquema. Engano meu!
O esquema se manteve e Araruna apareceu fazendo a função de meia/volante/ponta pelo lado direito, tal qual Marcos Guilherme na vitória contra o Santos. Araruna cumpriu bem o seu papel enquanto esteve em campo, diria que ele fez tudo "quase" certo.
"Quase" driblou certo em lance pela ponta, "quase" deu o passe correto no contra-ataque, "quase" desarmou totalmente no lance em que ficou mano a mano na defesa, diria o torcedor mais crítico, então ele "quase" jogou bem. Pode ser, mas a função para qual ele foi designado é essa, a de ser APOIO para outros jogadores brilharem, e nesse quesito ele foi ótimo.
Posto esse cenário, essa coluna fala de psicologia, ok? Portanto, vale muito salientar o impacto positivo no grupo quando a política de Aguirre fica clara e é conduzida com maestria: quem tiver melhor joga!
Mesmo sendo um jogador que tem pouca rodagem, surgiu no profissional como volante pelo meio e por vezes improvisado de lateral, até essa última partida, sempre pareceu um jogador que teria poucas condições de contribuir com a equipe profissional, fazendo partidas bem sofríveis. Ou seja, um jogador para ser dispensado ou emprestado. Aguirre, apostou nesse cara e o time funcionou.
Por Juan Teixeira
Araruna? Isso mesmo? Quando saiu a escalação imagino que boa parte dos torcedores ficaram intrigados. A impressão que me passou logo de início foi que Aguirre havia mudado o esquema. Engano meu!
O esquema se manteve e Araruna apareceu fazendo a função de meia/volante/ponta pelo lado direito, tal qual Marcos Guilherme na vitória contra o Santos. Araruna cumpriu bem o seu papel enquanto esteve em campo, diria que ele fez tudo "quase" certo.
"Quase" driblou certo em lance pela ponta, "quase" deu o passe correto no contra-ataque, "quase" desarmou totalmente no lance em que ficou mano a mano na defesa, diria o torcedor mais crítico, então ele "quase" jogou bem. Pode ser, mas a função para qual ele foi designado é essa, a de ser APOIO para outros jogadores brilharem, e nesse quesito ele foi ótimo.
Posto esse cenário, essa coluna fala de psicologia, ok? Portanto, vale muito salientar o impacto positivo no grupo quando a política de Aguirre fica clara e é conduzida com maestria: quem tiver melhor joga!
Mesmo sendo um jogador que tem pouca rodagem, surgiu no profissional como volante pelo meio e por vezes improvisado de lateral, até essa última partida, sempre pareceu um jogador que teria poucas condições de contribuir com a equipe profissional, fazendo partidas bem sofríveis. Ou seja, um jogador para ser dispensado ou emprestado. Aguirre, apostou nesse cara e o time funcionou.
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