Após lesões, Anderson Martins tem sequência impedida por expulsão
Fonte Gazeta Esportiva
22 de Maio de 2018
Anderson Martins disputou apenas sete dos 30 jogos do São Paulo em 2018 (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
O zagueiro Anderson Martins não vem conseguindo desempenhar o papel para o qual foi contratado no início deste ano: o de ser o “xerife” do São Paulo. O motivo não tem ligação com sua qualidade técnica, já que é considerado pelo técnico Diego Aguirre o defensor mais talentoso do time, mas sim com a falta de sequência na equipe titular.
Aos 30 anos, o cearense de Fortaleza vem sofrendo com lesões desde o começo da temporada, quando deixou o Vasco com salários atrasados. A mais séria delas ocorreu na região dorsal, onde teve dores que o afastaram do gramado por meses.
Antes do problema, no entanto, o jogador chegou a ter uma pequena sequência entre os 11 iniciais. Ainda sob o comando de Dorival Júnior, atuou durante os 90 minutos em três partidas consecutivas, começando por sua estreia com a camisa tricolor, contra o Mirassol, e passando pelos duelos com Corinthians e Madureira, em janeiro.
No compromisso seguinte, diante do Botafogo-SP, pela quinta rodada do Campeonato Paulista, ficou de fora em decorrência de dores na coxa esquerda. Curado, assistiu aos embates com Bragantino e CSA-AL do banco de reservas por opção do antecessor de Aguirre.
Depois, já com dores na região entre o pescoço e as costas, desfalcou o Tricolor em sete partidas seguidas, voltando já como titular no confronto de volta com o CRB-AL, no dia 14 de março, pela terceira fase da Copa do Brasil. Na ocasião, o time foi comandado interinamente pelo auxiliar André Jardine, sob a supervisão de Aguirre, que acompanhou o duelo das tribunas do Estádio Rei Pelé.
Logo em seguida, contudo, as dores na região dorsal voltaram. Desta vez, o camisa 4 manteve-se inativo por seis partidas, voltando a ficar à disposição somente em 16 de abril, contra o Paraná, pela estreia no Campeonato Brasileiro.
Após assistir à eliminação para o Atlético-PR na Copa do Brasil entre os suplentes, Anderson não foi relacionado para o embate com o Ceará por opção técnica. No jogo subsequente, ante o Fluminense, voltou a ficar como opção no banco.
Retomou a titularidade no empate por 2 a 2 com o Atlético-MG, em 5 de maio, agradando ao treinador a ponto de ganhar a vaga de Arboleda no embate seguinte, frente ao Rosario Central-ARG, no Morumbi, pela Copa Sul-Americana.
Daquela partida, porém, saiu com um trauma na coxa esquerda que o tirou do campo ainda antes do segundo tempo, virando desfalque para o duelo com o Bahia, em Salvador. Recuperado do incômodo muscular, ganhou nova chance no clássico com o Santos, do qual foi expulso aos 46 minutos do segundo tempo após cometer faltas em Gabigol e Rodrygo.
Desta forma, Anderson Martins terá de cumprir suspensão diante do América-MG no próximo domingo, em Belo Horizonte, e não poderá realizar a sua segunda partida seguida como titular. A tendência, portanto, é que Arboleda forme o miolo de zaga com Bruno Alves, pois Rodrigo Caio se recupera de cirurgia no pé esquerdo.
Se não tiver nenhum problema até lá, o zagueiro voltará a ficar disponível para enfrentar o Botafogo, em 30 de maio, no Morumbi, pela oitava rodada do Brasileirão. Único invicto da Série A com duas vitórias e quatro empates, o Tricolor ocupa o sétimo lugar com dez pontos, apenas três a menos que o líder Atlético-MG.
O zagueiro Anderson Martins não vem conseguindo desempenhar o papel para o qual foi contratado no início deste ano: o de ser o “xerife” do São Paulo. O motivo não tem ligação com sua qualidade técnica, já que é considerado pelo técnico Diego Aguirre o defensor mais talentoso do time, mas sim com a falta de sequência na equipe titular.
Aos 30 anos, o cearense de Fortaleza vem sofrendo com lesões desde o começo da temporada, quando deixou o Vasco com salários atrasados. A mais séria delas ocorreu na região dorsal, onde teve dores que o afastaram do gramado por meses.
Antes do problema, no entanto, o jogador chegou a ter uma pequena sequência entre os 11 iniciais. Ainda sob o comando de Dorival Júnior, atuou durante os 90 minutos em três partidas consecutivas, começando por sua estreia com a camisa tricolor, contra o Mirassol, e passando pelos duelos com Corinthians e Madureira, em janeiro.
No compromisso seguinte, diante do Botafogo-SP, pela quinta rodada do Campeonato Paulista, ficou de fora em decorrência de dores na coxa esquerda. Curado, assistiu aos embates com Bragantino e CSA-AL do banco de reservas por opção do antecessor de Aguirre.
Depois, já com dores na região entre o pescoço e as costas, desfalcou o Tricolor em sete partidas seguidas, voltando já como titular no confronto de volta com o CRB-AL, no dia 14 de março, pela terceira fase da Copa do Brasil. Na ocasião, o time foi comandado interinamente pelo auxiliar André Jardine, sob a supervisão de Aguirre, que acompanhou o duelo das tribunas do Estádio Rei Pelé.
Logo em seguida, contudo, as dores na região dorsal voltaram. Desta vez, o camisa 4 manteve-se inativo por seis partidas, voltando a ficar à disposição somente em 16 de abril, contra o Paraná, pela estreia no Campeonato Brasileiro.
Após assistir à eliminação para o Atlético-PR na Copa do Brasil entre os suplentes, Anderson não foi relacionado para o embate com o Ceará por opção técnica. No jogo subsequente, ante o Fluminense, voltou a ficar como opção no banco.
Retomou a titularidade no empate por 2 a 2 com o Atlético-MG, em 5 de maio, agradando ao treinador a ponto de ganhar a vaga de Arboleda no embate seguinte, frente ao Rosario Central-ARG, no Morumbi, pela Copa Sul-Americana.
Daquela partida, porém, saiu com um trauma na coxa esquerda que o tirou do campo ainda antes do segundo tempo, virando desfalque para o duelo com o Bahia, em Salvador. Recuperado do incômodo muscular, ganhou nova chance no clássico com o Santos, do qual foi expulso aos 46 minutos do segundo tempo após cometer faltas em Gabigol e Rodrygo.
Desta forma, Anderson Martins terá de cumprir suspensão diante do América-MG no próximo domingo, em Belo Horizonte, e não poderá realizar a sua segunda partida seguida como titular. A tendência, portanto, é que Arboleda forme o miolo de zaga com Bruno Alves, pois Rodrigo Caio se recupera de cirurgia no pé esquerdo.
Se não tiver nenhum problema até lá, o zagueiro voltará a ficar disponível para enfrentar o Botafogo, em 30 de maio, no Morumbi, pela oitava rodada do Brasileirão. Único invicto da Série A com duas vitórias e quatro empates, o Tricolor ocupa o sétimo lugar com dez pontos, apenas três a menos que o líder Atlético-MG.
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