EXCLUSIVO: Hudson comenta sobre volta ao São Paulo, clássicos e muito mais!

Fonte Esporte Interativo
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Hudson chegou ao São Paulo em 2014, em um ano no qual o time chegou a dar grandes sinais de qualidade e favoritismo. Na ocasião, o clube foi vice-campeão do Campeonato Brasileiro e deixou a torcida do São Paulo, um pouco constrangida pela campanha de 2013, esperando por um 2015 glorioso e de títulos. No entanto, o cenário que o jogador viveu durante seus três anos de clube não foi bem esse. Já são cinco anos sem títulos e sob muita pressão dos torcedores do clube.

Sem nunca esconder o carinho e gratidão pelo São Paulo, um dos líderes do elenco e destaque da equipe durante a ótima campanha na Libertadores de 2016, Hudson falou com a reportagem do Esporte Interativo com exclusividade e comentou sobre o momento do São Paulo, rendimento do clube nos clássicos, possíveis títulos para o ano e muito mais!
EI: Se você tivesse que escolher um campeonato para vencer, entre Brasileirão e Sul-Americana, qual você considera mais fundamental e palpável para o São Paulo?
Hudson:
A gente não pode escolher, mas claro que o Campeonato Brasileiro tem uma importância muito maior. É um campeonato muito mais difícil, então quando você conquista o Brasileirão, você ganha muito status, eleva o nível da equipe e faz o São Paulo voltar ao topo, que é o lugar que ele sempre esteve. Mas jamais vamos deixar a Sul-Americana de lado, porque de qualquer jeito precisamos muito de um título.
EI: Como você vê a disputa de volantes que o São Paulo vive?
Hudson:
É uma disputa extremamente sadia, são jogadores de qualidade que estão brigando por um espaço no time e isso é importante para que não haja relaxamento, a folga de “eu sou titular absoluto então estou tranquilo”, aqui no São Paulo não tem isso. Isso é importante sempre, grandes equipes têm essa disputa nas posições e tem que ser assim sempre.
EI: Qual a importância de uma vitória no clássico para uma equipe que está invicta, mesmo que com muitos empates, e classificada na Sul-Americana?
Hudson:
Importantíssimo vencer, já estamos encarando que cada jogo é uma final para a gente, não podemos pensar que são 38 rodadas e deixarmos só para o final para fazer algo. Cada rodada é muito importante, e em um clássico é de se valorizar demais uma vitória, para mantermos a nossa forma invicta, mas voltarmos a vencer também, que é o mais importante.
EI: Se surpreendeu quando foi negociado com o Cruzeiro? Queria ter tido a chance de trabalhar sob o comando de Rogério Ceni?
Hudson:
Eu fui pego de surpresa, tive um ano muito bom, uma Libertadores muito boa, depois sofri duas lesões que me atrapalharam um pouco, mas eu tinha acabado de renovar meu contrato. Mas são coisas do futebol, coisas que fazem parte, fez bem para mim. Saí de um jeito e voltei mais amadurecido, mais encorpado. Acho que tudo tem um lado bom e procurei ver esse lado.
EI: Diante dessa disputa de volantes no São Paulo, você se disponibilizaria para atuar como lateral-direito para ser titular?
Hudson:
Sim, eu jogaria de lateral sim. Isso é uma coisa que até o Juan, auxiliar do Aguirre, já veio conversar comigo. Em 2014 quando eu cheguei aqui, tinha Denilson e Souza na posição e eles estavam muito bem, então eu tive pouca chance e fui deslocado para a lateral, aonde tive uma sequência de jogos. Então lógico que se precisar de mim na lateral, estarei à disposição sem vaidade nenhuma de fazer uma função diferente.
EI: O que você tem a dizer sobre a não convocação de Rodrigo Caio para a Copa do Mundo? Ele está muito abalado? Acredita que isso pode prejudicar o rendimento dele em campo?
Hudson:
É um menino que tem uma cabeça muito boa, é muito focado, por mais que esteja um pouco triste, é um cara que tem um potencial gigante e é novo ainda, tem mais Copa do Mundo para ele pela frente. Ele tem um norte e não abre mão de nada para que ele chegue nesse norte dele, é um menino bom e não é à toa que está há muito tempo no São Paulo e é um jogador de Seleção. Claro que fica um pouco chateado, mas vai servir de ânimo para a próxima.
EI: Quais são as ambições que você ainda tem para a sua carreira?
Hudson:
Hoje é conquistar um título importante pelo São Paulo, que é para deixar meu nome marcado na história do clube porque, como eu falei, eu sou muito grato ao São Paulo, tenho um carinho enorme e esse título falta para mim. Acho que depois que eu conquistar isso, lógico que são consequências do futebol, quando você está no topo as coisas aparecem, mas meu foco hoje, com certeza, é esse.
Ainda que não atue em todas as partidas do São Paulo, Hudson continua sendo um dos líderes do elenco e se destaca diante dos companheiros de posição, sendo o jogador que mais desarma (14) e com mais passes certos na equipe (149).
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