O "não" do presidente Mario Celso Petraglia ao São Paulo pela troca de Marcos Guilherme com Shaylon não significa que o Atlético-PR descarta fazer um negócio do tipo. O grande problema em cima da oferta tricolor se deve ao fato de que Shaylon não é uma necessidade do elenco de Fernando Diniz.
Hoje, o Atlético-PR já conta com dois atletas exatamente para a mesma posição: Guilherme e Raphael Veiga. Isso sem contar em Gedoz, que está treinando separado do grupo.
Shaylon é muito bem avaliado por Fernando Diniz, mas a possibilidade de tê-lo por empréstimo até dezembro não interessa. O Furacão gostaria de contar com atletas de outras posições, consideradas mais carentes, ou então preferiria ter Shaylon em definitivo, de olho na possibilidade de contar com o garoto no futuro.
São Paulo e Atlético-PR já haviam ficado no "quase" semanas atrás, quando o Tricolor tentou a contratação do lateral-direito Jonathan. A ideia no Morumbi era reforçar o setor e ganhar um jogador que ao mesmo tempo ataca bem e se defende depois de anos na Europa. Diniz, no entanto, vetou a transação porque entende que Jonathan é seu titular absoluto.
Marcos Guilherme está emprestado ao São Paulo até a metade do ano. Caso quisesse ficar com o atacante em definitivo, o Tricolor teria de desembolsar 3 milhões de euros por 50% dos direitos econômicos.