[SPFC.Net] Lugano passa por sabatina em reunião do Conselho Deliberativo
Fonte SPFC.Net
4 de Maio de 2018
Lugano foi convidado por Leco para falar sobre as coisas do futebol tricolor
Acostumado à pressão de milhares de torcedores nos campos de futebol, Diego Lugano viveu uma sensação diferente nesta quinta-feira; É que o uruguaio esteve diante de mais de 200 conselheiros do São Paulo, no salão nobre do Morumbi, para falar a respeito dos planos do departamento de futebol.
E o diretor de relações institucionais do Tricolor passou por uma série de perguntas dos conselheiros. Uma delas foi sobre sua participação nas contratações dos reforços para a temporada. O ex-zagueiro afirmou que esteve em duas, em especial: do atacante Gonzalo Carneiro, que é seu compatriota, e do meia-atacante Nenê.
Também quiseram entender qual a função de cada um dos quatro homens que tocam o departamento de futebol: Lugano, Raí, Ricardo Rocha e Alexandre Pássaro. O uruguaio explicou com detalhes a sua missão e a de Raí, que atua como diretor-executivo, sendo responsável por todo o departamento de futebol.
Depois, quiseram saber a opinião de Dios sobre o atual momento do time. Lugano fez questão de frisar que a chegada de Diego Aguirre tinha como um dos objetivos dar ao time um DNA mais aguerrido, de competição e determinação dentro das quatro linhas. E ele analisou que isso já pode ser percebido com facilidade pelo time.
Um conselheiro também o indagou sobre a dificuldade que o São Paulo tem enfrentado para segurar jovens promessas da base. João Schimdt no ano passado e Marquinhos Cipriano em 2018 já são baixas certas. O Tricolor ainda corre o risco de perder Éder Militão e Pedro Henrique nos próximos meses.
Para Lugano, a situação é complexa. "É uma realidade que temos de nos adaptar. É preciso oferecer as melhores condições para que os jogadores sintam o respeito e a vontade de continuar no São Paulo", explicou o ídolo tricolor, que conseguiu arrancar elogios em meio a uma reunião extremamente conturbada, marcada por discussões entre conselheiros e diretores.
Tudo por causa da vontade de 109 conselheiros de proibir que outros colegas de CD sejam obrigados a deixar o órgão caso aceitem empregos remunerados dentro do próprio Tricolor.
Acostumado à pressão de milhares de torcedores nos campos de futebol, Diego Lugano viveu uma sensação diferente nesta quinta-feira; É que o uruguaio esteve diante de mais de 200 conselheiros do São Paulo, no salão nobre do Morumbi, para falar a respeito dos planos do departamento de futebol.
E o diretor de relações institucionais do Tricolor passou por uma série de perguntas dos conselheiros. Uma delas foi sobre sua participação nas contratações dos reforços para a temporada. O ex-zagueiro afirmou que esteve em duas, em especial: do atacante Gonzalo Carneiro, que é seu compatriota, e do meia-atacante Nenê.
Também quiseram entender qual a função de cada um dos quatro homens que tocam o departamento de futebol: Lugano, Raí, Ricardo Rocha e Alexandre Pássaro. O uruguaio explicou com detalhes a sua missão e a de Raí, que atua como diretor-executivo, sendo responsável por todo o departamento de futebol.
Depois, quiseram saber a opinião de Dios sobre o atual momento do time. Lugano fez questão de frisar que a chegada de Diego Aguirre tinha como um dos objetivos dar ao time um DNA mais aguerrido, de competição e determinação dentro das quatro linhas. E ele analisou que isso já pode ser percebido com facilidade pelo time.
Um conselheiro também o indagou sobre a dificuldade que o São Paulo tem enfrentado para segurar jovens promessas da base. João Schimdt no ano passado e Marquinhos Cipriano em 2018 já são baixas certas. O Tricolor ainda corre o risco de perder Éder Militão e Pedro Henrique nos próximos meses.
Para Lugano, a situação é complexa. "É uma realidade que temos de nos adaptar. É preciso oferecer as melhores condições para que os jogadores sintam o respeito e a vontade de continuar no São Paulo", explicou o ídolo tricolor, que conseguiu arrancar elogios em meio a uma reunião extremamente conturbada, marcada por discussões entre conselheiros e diretores.
Tudo por causa da vontade de 109 conselheiros de proibir que outros colegas de CD sejam obrigados a deixar o órgão caso aceitem empregos remunerados dentro do próprio Tricolor.
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