Tricolor vê renovação de Éder Militão cada vez mais difícil
Negociação para prorrogar vínculo não avança em nova reunião. Clube cogita venda
Fonte Globoesporte.com
24 de Abril de 2018
Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net
O São Paulo vê de forma cada vez mais difícil a renovação do contrato de Éder Militão. Vinculado ao clube até janeiro de 2019, o lateral tem futuro incerto e a saída é considerada uma possibilidade real.
Nos bastidores o anterior otimismo dá lugar a incerteza. Os relatos no Tricolor são de que a reunião de sexta-feira, revelada por Raí, não avançou as conversas.
O São Paulo avalia ceder porcentagem nos direitos econômicos, incluir uma cláusula de liberação flexível e aumentar significativamente o salário de Militão para mantê-lo.
No entanto, a imprensa internacional aponta clubes como Manchester City e o Porto como concorrentes. Segundo o jornal "A Bola", de Portugal, uma das propostas seria de 10 milhões de euros (R$ 42,4 milhões) por 70% dos direitos de Militão.
As recentes conversas com representantes do jogador durante as negociações e a concorrência de propostas de clubes do exterior aumentam a descrença do São Paulo na renovação.
Caso renovar com o atleta seja inviável, Militão poderá assinar um pré-contrato a partir de julho. Nesse caso, o Tricolor consideraria algumas possibilidades:
1. Vender Éder Militão no meio do ano por uma quantia abaixo da que o atleta vale, mas para não perdê-lo de graça.
2. Manter o jogador até o fim do ano para aproveitar o lado esportivo e não ganhar nada financeiramente.
3. Deixar de usar o jogador até o fim do contrato, como aconteceu com Marquinhos Cipriano (acertado com o Shakhtar Donetsk, o garoto da base voltou para Cotia e cumpre o contrato até setembro para sair). A diferença é que Éder Militão é titular absoluto do time.
O São Paulo tenta renovar o contrato de Militão desde o ano passado, ainda com o diretor Vinicius Pinotti. O atual vínculo do jogador foi iniciado em janeiro de 2016.
À época o jogador sequer havia se firmado entre os profissionais. O Tricolor promoveu Militão em 2017, quando Rogério Ceni, hoje no Fortaleza, treinava a equipe.
O São Paulo vê de forma cada vez mais difícil a renovação do contrato de Éder Militão. Vinculado ao clube até janeiro de 2019, o lateral tem futuro incerto e a saída é considerada uma possibilidade real.
Nos bastidores o anterior otimismo dá lugar a incerteza. Os relatos no Tricolor são de que a reunião de sexta-feira, revelada por Raí, não avançou as conversas.
O São Paulo avalia ceder porcentagem nos direitos econômicos, incluir uma cláusula de liberação flexível e aumentar significativamente o salário de Militão para mantê-lo.
No entanto, a imprensa internacional aponta clubes como Manchester City e o Porto como concorrentes. Segundo o jornal "A Bola", de Portugal, uma das propostas seria de 10 milhões de euros (R$ 42,4 milhões) por 70% dos direitos de Militão.
As recentes conversas com representantes do jogador durante as negociações e a concorrência de propostas de clubes do exterior aumentam a descrença do São Paulo na renovação.
Caso renovar com o atleta seja inviável, Militão poderá assinar um pré-contrato a partir de julho. Nesse caso, o Tricolor consideraria algumas possibilidades:
1. Vender Éder Militão no meio do ano por uma quantia abaixo da que o atleta vale, mas para não perdê-lo de graça.
2. Manter o jogador até o fim do ano para aproveitar o lado esportivo e não ganhar nada financeiramente.
3. Deixar de usar o jogador até o fim do contrato, como aconteceu com Marquinhos Cipriano (acertado com o Shakhtar Donetsk, o garoto da base voltou para Cotia e cumpre o contrato até setembro para sair). A diferença é que Éder Militão é titular absoluto do time.
O São Paulo tenta renovar o contrato de Militão desde o ano passado, ainda com o diretor Vinicius Pinotti. O atual vínculo do jogador foi iniciado em janeiro de 2016.
À época o jogador sequer havia se firmado entre os profissionais. O Tricolor promoveu Militão em 2017, quando Rogério Ceni, hoje no Fortaleza, treinava a equipe.
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