[SPFC.Net] Natel admite racha com Leco e avisa que não renuncia
Fonte SPFC.Net
18 de Abril de 2018
Leco e Natel foram eleitos juntos como presidente e vice, respectivamente
O presidente são-paulino Leco ganhou um opositor de peso dentro do Morumbi: Roberto Natel, seu vice-presidente. E, ao contrário da última gestão, não existe a menor possibilidade de Natel deixar a diretoria. “Assim como o Leco, eu também fui eleito. E ficarei ocupando o cargo de vice-presidente até o último dia”, assegura.
O rompimento se deu depois que Leco contratou seis conselheiros do São Paulo como diretores-executivos. Tais postos haviam sido criados no estatuto do clube para serem ocupados por gente com experiência comprovada no mercado. Os salários dos aliados de Leco variam entre R$ 15 mil e R$ 25 mil.
O presidente acabou empregando parceiros na diretoria jurídica, financeira, administrativa, na gestão do estádio, e na pasta que cuida das obras dentro do São Paulo. "Não é que sou contra a remuneração no São Paulo, mas tem que existir a profissionalização. O que sou contra é conselheiro ser remunerado, até porque ele acaba se focando na política, em vez de olhar metas", avalia Natel.
Presidente e vice praticamente não se falam. "A gente só se cumprimenta, porque o Leco me vê como um inimigo. Não sou. Só quero o bem do São Paulo e estou trabalhando dentro das reuniões do Conselho Deliberativo e do Conselho de Administração", acrescenta.
Natel tem capitaneado o movimento que cobra uma mudança estatutária em cima dessa questão. Uma reunião no Conselho Deliberativo deve ser marcada em breve para colocar em votação a possibilidade de conselheiros terem de abrir mão de suas cadeiras caso virem funcionários remunerados do Tricolor.
O presidente são-paulino Leco ganhou um opositor de peso dentro do Morumbi: Roberto Natel, seu vice-presidente. E, ao contrário da última gestão, não existe a menor possibilidade de Natel deixar a diretoria. “Assim como o Leco, eu também fui eleito. E ficarei ocupando o cargo de vice-presidente até o último dia”, assegura.
O rompimento se deu depois que Leco contratou seis conselheiros do São Paulo como diretores-executivos. Tais postos haviam sido criados no estatuto do clube para serem ocupados por gente com experiência comprovada no mercado. Os salários dos aliados de Leco variam entre R$ 15 mil e R$ 25 mil.
O presidente acabou empregando parceiros na diretoria jurídica, financeira, administrativa, na gestão do estádio, e na pasta que cuida das obras dentro do São Paulo. "Não é que sou contra a remuneração no São Paulo, mas tem que existir a profissionalização. O que sou contra é conselheiro ser remunerado, até porque ele acaba se focando na política, em vez de olhar metas", avalia Natel.
Presidente e vice praticamente não se falam. "A gente só se cumprimenta, porque o Leco me vê como um inimigo. Não sou. Só quero o bem do São Paulo e estou trabalhando dentro das reuniões do Conselho Deliberativo e do Conselho de Administração", acrescenta.
Natel tem capitaneado o movimento que cobra uma mudança estatutária em cima dessa questão. Uma reunião no Conselho Deliberativo deve ser marcada em breve para colocar em votação a possibilidade de conselheiros terem de abrir mão de suas cadeiras caso virem funcionários remunerados do Tricolor.
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