Em novo esquema, Rodrigo Caio não será volante
Zagueiro explicou em entrevista ao SporTV que Aguirre montou um 3-4-3
Fonte Gazeta Esportiva
2 de Abril de 2018
Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net
Diego Aguirre não permitiu que a imprensa acompanhasse o treinamento tático do São Paulo nessa segunda-feira, mas, por outro lado, não fez muita força para esconder seu time. Ao separar os jogadores titulares de linha, o treinador uruguaio chamou atenção para uma formação com três zagueiros e com Petros e Marcos Guilherme de fora.
No entanto, ficou a dúvida sobre o posicionamento de Rodrigo Caio. Como invariavelmente o camisa 3 é utilizado também como primeiro homem de meio-campo à frente da zaga, a possibilidade de Aguirre repetir alguns de seus antecessores no clube foi levantada principalmente pela manutenção do zagueiro Éder Militão na lateral-direita.
A questão, então, foi esclarecida pelo próprio Rodrigo Caio. O postulante a uma vaga na Seleção Brasileira que vai à Copa do Mundo da Rússia esse ano deixou claro que deve mesmo formar uma linha de três zagueiros nessa quarta-feira, contra o Atlético-PR, em Curitiba, pelo duelo de ida da quarta fase da Copa do Brasil.
“Treinamos hoje essa formação, a gente teve uma conversa com o professor, é mais uma possibilidade, isso que ele frisou bastante para nós. Vínhamos jogando em um 4-2-3-1, 4-3-3, hoje treinamos no 3-5-2, acho que é um 3-4-3 mais…”, explicou Rodrigo Caio em entrevista ao Sportv.
“(Na frente) Tréllez, Cueva e Nenê, por trás dois alas. Mas são possibilidades, a gente teve essa conversa com o professor, ele quer ter uma variedade de formação para que a gente possa ter mais opções para jogar. Tenho certeza que amanhã ele vai definir a forma como a gente vai jogar, quem vai jogar, e eu tenho certeza que quem estiver dentro de campo vai dar o seu melhor para que a gente possa conseguir o resultado positivo”, concluiu.
A partida na Arena da Baixada, local onde o São Paulo nunca venceu, marca justamente o retorno de Rodrigo Caio ao time depois do defensor acompanhar a Seleção Brasileira nos amistosos contra Rússia e Alemanha, os últimos testes antes da convocação final de Tite para o Mundial. O mesmo acontece com Cueva, que esteve com a seleção peruana no período conhecido por Data Fifa.
Diego Aguirre não permitiu que a imprensa acompanhasse o treinamento tático do São Paulo nessa segunda-feira, mas, por outro lado, não fez muita força para esconder seu time. Ao separar os jogadores titulares de linha, o treinador uruguaio chamou atenção para uma formação com três zagueiros e com Petros e Marcos Guilherme de fora.
No entanto, ficou a dúvida sobre o posicionamento de Rodrigo Caio. Como invariavelmente o camisa 3 é utilizado também como primeiro homem de meio-campo à frente da zaga, a possibilidade de Aguirre repetir alguns de seus antecessores no clube foi levantada principalmente pela manutenção do zagueiro Éder Militão na lateral-direita.
A questão, então, foi esclarecida pelo próprio Rodrigo Caio. O postulante a uma vaga na Seleção Brasileira que vai à Copa do Mundo da Rússia esse ano deixou claro que deve mesmo formar uma linha de três zagueiros nessa quarta-feira, contra o Atlético-PR, em Curitiba, pelo duelo de ida da quarta fase da Copa do Brasil.
“Treinamos hoje essa formação, a gente teve uma conversa com o professor, é mais uma possibilidade, isso que ele frisou bastante para nós. Vínhamos jogando em um 4-2-3-1, 4-3-3, hoje treinamos no 3-5-2, acho que é um 3-4-3 mais…”, explicou Rodrigo Caio em entrevista ao Sportv.
“(Na frente) Tréllez, Cueva e Nenê, por trás dois alas. Mas são possibilidades, a gente teve essa conversa com o professor, ele quer ter uma variedade de formação para que a gente possa ter mais opções para jogar. Tenho certeza que amanhã ele vai definir a forma como a gente vai jogar, quem vai jogar, e eu tenho certeza que quem estiver dentro de campo vai dar o seu melhor para que a gente possa conseguir o resultado positivo”, concluiu.
A partida na Arena da Baixada, local onde o São Paulo nunca venceu, marca justamente o retorno de Rodrigo Caio ao time depois do defensor acompanhar a Seleção Brasileira nos amistosos contra Rússia e Alemanha, os últimos testes antes da convocação final de Tite para o Mundial. O mesmo acontece com Cueva, que esteve com a seleção peruana no período conhecido por Data Fifa.
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