Lugano foi contra receber Carille em vestiário do São Paulo
Dirigente argumentou que considerava visita demagogia, mas Tricolor não quis alimentar polêmica
Fonte Globoesporte.com
29 de Março de 2018
Foto: Marcelo Hazan
O episódio entre Diego Aguirre e Fábio Carille na primeira semifinal de São Paulo e Corinthians, no Morumbi, teve ecos no duelo da última quarta-feira, na Arena Corinthians.
Carille foi ao vestiário tricolor para dar um presente a Aguirre e entregar a escalação alvinegra, como ele costuma fazer em outras partidas. Em troca, recebeu brindes são-paulinos e um papel com a formação titular do Tricolor para o Majestoso.
O técnico corintiano, inclusive, prometeu tomar essa atitude após cobrar o técnico uruguaio publicamente por não cumprimentá-lo. Mas o superintendente de relações institucionais, Diego Lugano, era contra recebê-lo.
Lugano considerava demagogia e falsa modéstia a visita de Carille ao vestiário depois do episódio com Aguirre. A exposição do assunto resolvido dentro de campo por parte do técnico corintiano foi muito criticada internamente no Tricolor e considerada desnecessária.
O uruguaio argumentava que os clubes são rivais e imaginava que, em caso de eliminação tricolor, o comportamento do rival seria de provocação. Houve um debate sobre o assunto. O São Paulo argumentou que não queria alimentar a polêmica e permitiu a visita.
Depois da classificação, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, criticou o que chamou de "soberba" do São Paulo, e disse que o rival está acostumado a eliminar o Tricolor. Nesta quinta, ele ironizou Reinaldo.
No telão da Arena e nas redes sociais, o clube provocou o São Paulo citando a venda antecipada de ingressos para a final (justificada pelo Tricolor como um erro técnico do site) e usou a #respeitaoprofessor, em referência ao episódio entre Carille e Aguirre.
O episódio entre Diego Aguirre e Fábio Carille na primeira semifinal de São Paulo e Corinthians, no Morumbi, teve ecos no duelo da última quarta-feira, na Arena Corinthians.
Carille foi ao vestiário tricolor para dar um presente a Aguirre e entregar a escalação alvinegra, como ele costuma fazer em outras partidas. Em troca, recebeu brindes são-paulinos e um papel com a formação titular do Tricolor para o Majestoso.
O técnico corintiano, inclusive, prometeu tomar essa atitude após cobrar o técnico uruguaio publicamente por não cumprimentá-lo. Mas o superintendente de relações institucionais, Diego Lugano, era contra recebê-lo.
Lugano considerava demagogia e falsa modéstia a visita de Carille ao vestiário depois do episódio com Aguirre. A exposição do assunto resolvido dentro de campo por parte do técnico corintiano foi muito criticada internamente no Tricolor e considerada desnecessária.
O uruguaio argumentava que os clubes são rivais e imaginava que, em caso de eliminação tricolor, o comportamento do rival seria de provocação. Houve um debate sobre o assunto. O São Paulo argumentou que não queria alimentar a polêmica e permitiu a visita.
Depois da classificação, o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, criticou o que chamou de "soberba" do São Paulo, e disse que o rival está acostumado a eliminar o Tricolor. Nesta quinta, ele ironizou Reinaldo.
No telão da Arena e nas redes sociais, o clube provocou o São Paulo citando a venda antecipada de ingressos para a final (justificada pelo Tricolor como um erro técnico do site) e usou a #respeitaoprofessor, em referência ao episódio entre Carille e Aguirre.
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