“Em termos de provocação, isso é até bom. Porque o futebol está meio metódico e robotizado. Mas, lógico, tudo dentro do seu limite. É só você pegar o histórico de cada cidadão, não vou nem falar de atleta. O Nenê é um cara maravilhoso. No calor da partida ele se excede normalmente, porque se ele teve aquela atitude, ele escutou alguma coisa no banco. Se você pegar a carreira todinha dele no Santos e na Europa, ele nunca deu dor de cabeça nenhuma. Agora, se pegar os caras mais polêmicos como eu, Edmundo e Romário, a gente era mais incisivo. Mas nunca fomos pontuados fora da verdade, ou como maldade, era na hora. Na rivalidade existe essa provocação”, disse o ex-jogador.
O ídolo do Corinthians afirmou ainda que a decisão não está definida. Os dois rivais voltam a se enfrentar na quarta-feira, na casa alvinegra, com vantagem do empate do Tricolor.
“O jogo está em aberto? Está! Mas o São Paulo não é bobo, ele tem um técnico que, na preleção, inflama seus atletas. Agora, a gente pede que isso não venha a se tornar uma atitude mais drástica dentro do campo entre os atletas”, finalizou.

Marcelinho comenta sobre comemoração de Nenê (Foto: Reprodução)