"A gente sabe o quanto Dorival trabalha. Foi uma vitória com muita garra, dedicação e eu fico muito feliz por poder ajudar. Posso dizer que a gente está preparado, porque muitas coisas já aconteceram neste começo de ano. O momento de jogar um clássico é esse. Vamos entrar muito focados. Temos três dias pra trabalhar muito forte. O resultado a gente não controla, mas uma atuação segura a gente pode controlar", apostou.
Rodrigo chegou a 12 gols pelo São Paulo, sendo 11 de cabeça, e encerrou jejum que durava 13 meses, desde que marcou em empate por 2 a 2 com o Mirassol no Paulistão do ano passado. O zagueiro fez questão de citar a importância de Nenê, que entrou no segundo tempo ao lado de Diego Souza e responsável pela assistência em seu gol.
O camisa 3, jogador com mais tempo de casa, faz de tudo para manter o bom ambiente - para ele, o melhor desde que subiu ao profissional em 2011. "Muitas coisas foram ditas fora daqui, mas nada entra em nosso grupo, que é muito forte e unido. Mesmo os jogadores que chegaram tiveram pouco tempo de treinar junto. Diego e Nenê nos ajudaram muito, entraram bem. É assim que a gente vai montar um grupo forte, com todos os jogadores à disposição", exaltou.
O clássico com o Palmeiras colocará à prova o quando essa união dos são-paulinos pode ser refletida em campo. A partida está marcada para as 20h30 de quinta-feira no Allianz Parque, onde o Tricolor não ganhou desde a reinauguração do estádio no fim de 2014.