Segundo o jogador, nada foi tratado sobre a comissão técnica ou a pressão sob Dorival Júnior. Mas houve questionamentos sobre o rendimento do time e, em especial, a oscilação dentro dos jogos.
"Houve uma reunião com o Raí e o Ricardo [Rocha] para saber o que estava acontecendo dentro de campo e não sobre a comissão técnica. Como ex-atletas, eles enxergavam instabilidade dentro de campo, com um tempo bom e outro ruim. Foi mais a respeito disso, para saber a respeito dentro de campo", disse Sidão.
O goleiro foi então questionado pelos jornalistas por que o São Paulo oscila tanto dentro de um mesmo jogo. Isso ocorreu contra o Corinthians, o Madureira, o CSA, o Botafogo-SP, o Bragantino e o Ituano.
"Muita coisa a gente identificou vindo do ano passado pelo que a gente viveu. Tinha muita instabilidade, questão de confiança, precisava fazer o resultado de qualquer forma. Fazia um gol e se preocupava em não tomar. Isso ano passado. Esse ano a gente tem mais confiança. Sofreu menos gols do que no ano passado. Há um evolução. Mas é uma questão mais emocional, que a gente está cuidando, está tratando, para que a gente seja mais firme como no jogo contra o Santos e contra o Mirassol, que a gente foi firme do começo ao fim", disse Sidão.
Durante a entrevista, o goleiro disse que o elenco está ciente de que é necessário derrotar o CRB, nesta quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Morumbi, para aliviar a pressão. O duelo será pela terceira fase da Copa do Brasil.
"Aqui o pessoal trabalha duro para ajudar o Dorival naquilo que ele acredita. A resposta tem de ser dada dentro de campo. Não adianta falar que a gente apoia o cara e não mostrar", disse Sidão.