Balançando no cargo, Dorival Júnior iguala marca de Ceni no São Paulo
Diante da Ferroviária, neste domingo, o treinador são-paulino fará seu 37º jogo como técnico do Tricolor. Números são muito parecidos com os de Rogério Ceni no ano passado
Fonte LANCE!Net
25 de Fevereiro de 2018
Treinador do São Paulo está em situação desconfortável e precisa da vitória diante da Ferroviária para manter o cargo no clube (Foto: Jales Valquer/Fotoarena/Lancepress!)
Pressionado pela torcida, o técnico Dorival Júnior tem a missão de fazer o São Paulo reencontrar o caminho das vitórias diante da Ferroviária, neste domingo, às 17h, no Morumbi. Balançando no cargo, o treinador igualará o número de jogos de Rogério Ceni à frente do Tricolor nesta tarde. Em caso de derrota, o comandante ficará com o mesmos 49,54% de aproveitamento de seu antecessor e pode ter o mesmo infeliz destino do ídolo: a demissão.
Desde que foi contratado para comandar o São Paulo, em julho do ano passado, Dorival dirigiu a equipe em 36 partidas. Entre altos e baixos, o treinador soma 15 vitórias, 10 empates e 11 derrotas, o que lhe garante um aproveitamento de 50,92% dos pontos disputados, ligeiramente superior ao de seu antecessor no cargo.
Maior ídolo da história do clube, Rogério Ceni durou exatos 37 jogos no comando do Tricolor (contado as duas partidas na Florida Cup durante a pré-temporada). O ex-goleiro registrou 14 vitórias, 13 empates e 10 derrotas, totalizando 49,54% de aproveitamento.
Embora Dorival tenha livrado o time do rebaixamento inédito à Série B do Brasileirão, as duas derrotas seguidas nesta temporada para, respectivamente, Santos e Ituano, somadas às más atuações do time, colocam o treinador em uma situação desconfortável. No meio da semana, logo após o revés em Itu, torcedores organizados foram ao CT da Barra Funda pedir a cabeça do treinador.
Por representar uma época extremamente vitoriosa do clube e deixado seu nome escrito na história do Tricolor, Rogério Ceni se manteve no cargo mesmo com as seguidas eliminações para o Corinthians, no Paulistão, Cruzeiro, na Copa do Brasil, e para o modesto Defensa y Justicia, da Argentina, na Copa Sul-Americana. O técnico apenas foi mandado embora quando o São Paulo entrou na zona do rebaixamento do Brasileirão.
Ciente de que não contará com tanta paciência vinda da torcida e da diretoria quanto Ceni, Dorival e os jogadores encaram o duelo contra a Ferroviária como final de campeonato. Afinal, mesmo sendo o líder do Grupo B do Paulistão, o São Paulo não vive um de seus melhores momentos. No clube, a ordem é vencer ou vencer.
Pressionado pela torcida, o técnico Dorival Júnior tem a missão de fazer o São Paulo reencontrar o caminho das vitórias diante da Ferroviária, neste domingo, às 17h, no Morumbi. Balançando no cargo, o treinador igualará o número de jogos de Rogério Ceni à frente do Tricolor nesta tarde. Em caso de derrota, o comandante ficará com o mesmos 49,54% de aproveitamento de seu antecessor e pode ter o mesmo infeliz destino do ídolo: a demissão.
Desde que foi contratado para comandar o São Paulo, em julho do ano passado, Dorival dirigiu a equipe em 36 partidas. Entre altos e baixos, o treinador soma 15 vitórias, 10 empates e 11 derrotas, o que lhe garante um aproveitamento de 50,92% dos pontos disputados, ligeiramente superior ao de seu antecessor no cargo.
Maior ídolo da história do clube, Rogério Ceni durou exatos 37 jogos no comando do Tricolor (contado as duas partidas na Florida Cup durante a pré-temporada). O ex-goleiro registrou 14 vitórias, 13 empates e 10 derrotas, totalizando 49,54% de aproveitamento.
Embora Dorival tenha livrado o time do rebaixamento inédito à Série B do Brasileirão, as duas derrotas seguidas nesta temporada para, respectivamente, Santos e Ituano, somadas às más atuações do time, colocam o treinador em uma situação desconfortável. No meio da semana, logo após o revés em Itu, torcedores organizados foram ao CT da Barra Funda pedir a cabeça do treinador.
Por representar uma época extremamente vitoriosa do clube e deixado seu nome escrito na história do Tricolor, Rogério Ceni se manteve no cargo mesmo com as seguidas eliminações para o Corinthians, no Paulistão, Cruzeiro, na Copa do Brasil, e para o modesto Defensa y Justicia, da Argentina, na Copa Sul-Americana. O técnico apenas foi mandado embora quando o São Paulo entrou na zona do rebaixamento do Brasileirão.
Ciente de que não contará com tanta paciência vinda da torcida e da diretoria quanto Ceni, Dorival e os jogadores encaram o duelo contra a Ferroviária como final de campeonato. Afinal, mesmo sendo o líder do Grupo B do Paulistão, o São Paulo não vive um de seus melhores momentos. No clube, a ordem é vencer ou vencer.
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