"Até hoje não ficou claro. O treinador me queria, tinha quase tudo certo, mas o presidente (do time russo) não assinava minha compra. Até hoje não sei o que aconteceu. O São Paulo tinha acertado, eu tinha acertado, mas foi algo de lá. Eu procurei me focar, me concentrar. Teve jogo que eu não estava na relação por isso, mas não mandavam papel assinado e eu pedia para ir para jogar. Sou funcionário do clube e enquanto não estiver tudo assinado, vou jogar. 'Ah, mas tem risco'. Não importa!", disse.
Rodrigo Caio também fez uma crítica ao técnico Edgardo Bauza, que comandou o Tricolor em 2016. Na época, o time paulista brigava contra o rebaixamento, mas o argentino pediu demissão para comandar a seleção do seu país.
"É difícil, porque a diretoria tem um planejamento, os jogadores têm uma maneira de jogar e no meio da temporada sai e nos deixa na mão em um momento difícil, brigando para não cair. E isso já tinha sido avisado. Eu mesmo pedi para o preparador físico Bruno Militano para olharmos com atenção para o Brasileirão: 'Se a gente não se preocupar, vai cair'. Focava somente na Libertadores e o Brasileiro passando, passando, sem a gente somar pontos", concluiu.