Após goleada, Sub-20 treina e assiste palestra de doping

Em dois grupo, atividades foram feitas pela manhã; Conmebol faz orientação sobre substâncias lícitas e ilícitas

Fonte Site Oficial
14 de Fevereiro de 2018
Foto: Igor Amorim / saopaulofc.net
Após a goleada sobre o Atlético Venezuela, pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores Sub-20, na última terça-feira (13), o elenco do São Paulo voltou a treinar na manhã desta quarta-feira, em dois grupos separados. No período da tarde, uma palestra sobre doping foi ministrada para os atletas e comissão técnica.

Para os atletas 10 atletas de linha que atuaram por mais de 60 minutos, acompanhados pelo fisioterapeuta José Renato Perez, realizaram um trabalho regenerative na academia, fazendo fortalecimento, e em seguida na piscina, para relaxar a musculatura.
Os outros oito jogadores de linha e os dois goleiros foram para o campo com o técnico André Jardine, o auxiliar técnico Lucas Macorin, o preparador físico Kako Perez, além do preparador de goleiros Carlos Gallo. A maior intenção da atividade era deixar os atletas suplentes com ritmo de jogo competitive.
Foram realizados jogos de três contra três e quatro contra quatro, visando confrontos de ataque contra defesa em intensidade. Finalizações também foram treinadas. O comandante tricolor frisa em todas preleções a confiança que tem em seu elenco e que estão nivelados em técnica, precisando sempre estarem prontos para jogar. Dos 20 atletas inscritos, 17 já atuaram na Libertadores Sub-20 2018.
No período da tarde, com toda delegação reunida, uma palestra solicitada pelo médico Caio Cesar Fortuna, do São Paulo, foi ministrada pela Conmebol sobre doping. Foram explicadas quais as substâncias são proibídas, lícitas e como são feitos os exames em todo o mundo. “O atleta é responsável por o que é encontrado em seu corpo”, disse o médico palestrante, Dr. Vellozo, expondo a norma da FIFA.
O médico do clube é responsável por tudo que é passado aos atletas, porém, o que tomam fora do clube, com seus médicos particulares ou auto-medicação, tem que ser informado. Caso seja ilícito, pode vir a gerar um problema ao clube, para a imagem do atleta e da entidade. Foram alertados também o uso de energéticos e termogênicos, que atualmente, em grande maioria, contêm hormônios proibidos.
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