Dorival: 'Diego Souza terá liberdade de movimentos' veja aqui, como jogará o camisa 9
Fonte Gazeta Esportiva
16 de Janeiro de 2018
Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net
Aos 32 anos, o novo camisa 9 do Tricolor passou a atuar mais próximo do gol nas últimas temporadas. Em 2017, por exemplo, marcou 21 gols em 55 jogos – sua melhor marca na carreira. Foi jogando assim que integrou o grupo da Seleção Brasileira em cinco jogos no ano passado.
No entanto, o comandante são-paulino também dará liberdade para Diego Souza ajudar na construção de jogadas – no ano passado, ele deu 11 assistências com a camisa do Sport. Nos primeiros treinos como jogador do São Paulo, ora atuou mais enfiado, ora recuou para organizar o setor ofensivo.
A ideia, portanto, é mesclar as duas características. “Tem uma diferença entre colocar um meia de origem numa função de atacante de referência. E tem diferença em relação a ter um atacante de referência atuando e querendo fazer o movimento contrário. O Diego tem essa característica”, apontou Dorival.
“Ele pode fazer funções importantes. Uma delas é ser o pivô, por exemplo”, disse o técnico, que perdeu Lucas Pratto, negociado ao River Plate-ARG, como opção de referência no ataque. “Tem a sensibilidade e pode sim contribuir muito para aquela função ser preenchida, mas não da forma como um jogador de área faria”, explicou.
“Ele terá liberdade de movimentos, para jogar dentro das suas características. Alguns momentos chegando de frente, em outros como pivô”, completou Dorival.
Os planos para Diego Souza, contudo, não serão executados diante do São Bento, nesta quarta-feira, pelo Campeonato Paulista. Como não teve o nome registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF dentro do prazo legal, o meia-atacante está fora do duelo. Sua estreia, portanto, poderá acontecer contra o Novorizontino, no sábado (20), no Morumbi.
Aos 32 anos, o novo camisa 9 do Tricolor passou a atuar mais próximo do gol nas últimas temporadas. Em 2017, por exemplo, marcou 21 gols em 55 jogos – sua melhor marca na carreira. Foi jogando assim que integrou o grupo da Seleção Brasileira em cinco jogos no ano passado.
No entanto, o comandante são-paulino também dará liberdade para Diego Souza ajudar na construção de jogadas – no ano passado, ele deu 11 assistências com a camisa do Sport. Nos primeiros treinos como jogador do São Paulo, ora atuou mais enfiado, ora recuou para organizar o setor ofensivo.
A ideia, portanto, é mesclar as duas características. “Tem uma diferença entre colocar um meia de origem numa função de atacante de referência. E tem diferença em relação a ter um atacante de referência atuando e querendo fazer o movimento contrário. O Diego tem essa característica”, apontou Dorival.
“Ele pode fazer funções importantes. Uma delas é ser o pivô, por exemplo”, disse o técnico, que perdeu Lucas Pratto, negociado ao River Plate-ARG, como opção de referência no ataque. “Tem a sensibilidade e pode sim contribuir muito para aquela função ser preenchida, mas não da forma como um jogador de área faria”, explicou.
“Ele terá liberdade de movimentos, para jogar dentro das suas características. Alguns momentos chegando de frente, em outros como pivô”, completou Dorival.
Os planos para Diego Souza, contudo, não serão executados diante do São Bento, nesta quarta-feira, pelo Campeonato Paulista. Como não teve o nome registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF dentro do prazo legal, o meia-atacante está fora do duelo. Sua estreia, portanto, poderá acontecer contra o Novorizontino, no sábado (20), no Morumbi.
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