São Paulo boicota evento da FPF. "Sob júdice", Del Nero se cala.
Fonte Gazeta Esportiva
16 de Janeiro de 2009
Marco Polo del Nero estava descontraído no evento de lançamento da bola para o Campeonato Paulista de 2009. O presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF) brincou com outros dirigentes de clubes presentes e respondeu de forma eloquente a todas as perguntas feitas pelos jornalistas, em diversas entrevistas. Mas sobre um assunto o dirigente não quis se alongar: a polêmica sobre a arbitragem da última rodada do Campeonato Brasileiro e os atritos com o São Paulo, clube que não enviou dirigentes à cerimônia.
Na véspera da partida decisiva entre Goiás e São Paulo, a FPF comunicou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) uma suposta tentativa de suborno ao árbitro Wagner Tardelli, inicialmente escalado para a partida em Brasília. O juiz foi substituído imediatamente por Jaílson de Freitas e o São Paulo, que teria enviado um envelope a Tardelli com ingressos para o show de Madonna no Morumbi, se enraiveceu com a Federação Paulista.
Momentos antes da partida em 7 de dezembro de 2008, o São Paulo anunciou que rompia relações com a FPF. Dias depois, no Troféu Mesa Redonda na Fundação Cásper Líbero, o presidente Juvenal Juvêncio admitiu que o Tricolor poderia disputar o Estadual com um time reserva.
Nesta quinta-feira, o clube são-paulino deu mais uma mostra da atitude ferrenha perante a FPF: não enviou um representante sequer ao evento na sede da Federação, enquanto o Corinthians marcou presença com o presidente Andrés Sanchez e o Palmeiras, com o mandatário Afonso Della Mônica e o diretor de futebol Savério Orlandi.
O dirigente da FPF, quando questionado sobre a ausência tricolor, foi taxativo. “O São Paulo está rompido em partes com a Federação, o Juvenal está chateado com o Marco Polo”, declarou o próprio Del Nero, utilizando um discurso em terceira pessoa. “Mas a nossa entidade está sempre aberta a tornar o relacionamento bom novamente”, acrescentou.
Quando o assunto foi ligeiramente desviado e surgiram as perguntas sobre a posição da Federação Paulista, as palavras de Del Nero foram curtas. “Como o caso está sob júdice, não posso falar nada”, declarou Del Nero, que se limitou a repetir “o caso está sob júdice” por cinco vezes durante entrevista a uma jornalista.
Na véspera da partida decisiva entre Goiás e São Paulo, a FPF comunicou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) uma suposta tentativa de suborno ao árbitro Wagner Tardelli, inicialmente escalado para a partida em Brasília. O juiz foi substituído imediatamente por Jaílson de Freitas e o São Paulo, que teria enviado um envelope a Tardelli com ingressos para o show de Madonna no Morumbi, se enraiveceu com a Federação Paulista.
Momentos antes da partida em 7 de dezembro de 2008, o São Paulo anunciou que rompia relações com a FPF. Dias depois, no Troféu Mesa Redonda na Fundação Cásper Líbero, o presidente Juvenal Juvêncio admitiu que o Tricolor poderia disputar o Estadual com um time reserva.
Nesta quinta-feira, o clube são-paulino deu mais uma mostra da atitude ferrenha perante a FPF: não enviou um representante sequer ao evento na sede da Federação, enquanto o Corinthians marcou presença com o presidente Andrés Sanchez e o Palmeiras, com o mandatário Afonso Della Mônica e o diretor de futebol Savério Orlandi.
O dirigente da FPF, quando questionado sobre a ausência tricolor, foi taxativo. “O São Paulo está rompido em partes com a Federação, o Juvenal está chateado com o Marco Polo”, declarou o próprio Del Nero, utilizando um discurso em terceira pessoa. “Mas a nossa entidade está sempre aberta a tornar o relacionamento bom novamente”, acrescentou.
Quando o assunto foi ligeiramente desviado e surgiram as perguntas sobre a posição da Federação Paulista, as palavras de Del Nero foram curtas. “Como o caso está sob júdice, não posso falar nada”, declarou Del Nero, que se limitou a repetir “o caso está sob júdice” por cinco vezes durante entrevista a uma jornalista.
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