Foi concluído que o clube precisa montar um projeto de marketing para fechar a contratação. A avaliação é de que sozinha a agremiação não conseguirá bancar os salários do atleta. Assim, a direção começou a pensar num plano para atrair um ou mais patrocinadores que ajudariam a pagar os salários do ídolo.
Apesar de a ideia ainda estar engatinhando, a intenção é envolver outras áreas do clube, além dos departamentos de futebol e marketing, para encorpar o projeto.
Atualmente, o São Paulo tem como uma de suas prioridades cortar gastos. Não haveria custo para a aquisição de direitos econômicos, já que o brasileiro estará livre de seu compromisso com os americanos. Os gastos seriam com salários e luvas, mas a análise tricolor é de que a despesa seria alta demais para quem está apertando o cinto.
Também existe o entendimento de que o rendimento de Kaká será naturalmente inferior ao de sua última passagem pelo São Paulo, no segundo semestre de 2014, por conta da idade. Em abril de 2018 ele fará 36 anos.
Nesse cenário, acreditam os cartolas, é preciso que o gasto feito pelo clube seja proporcional ao ganho esportivo. Ao mesmo tempo, há a expectativa de que ele aceite ganhar menos do que recebia nos Estados Unidos.
Por outro lado, existe a confiança na adoração dos torcedores pelo meia, o que ajudaria eventuais parceiros a terem retorno com a participação no projeto. Além disso, membros do departamento de marketing analisam que a presença de Kaká, se confirmada, tornará mais atraente para patrocinadores os espaços disponíveis na camisa do clube.