Com sinais de recuperação, mas com apenas 5 jogos completos no ano, Cueva tenta voltar a comandar SPFC
Peruano coleciona substituições, ou por sua condição física ou pela má fase técnica, mas sinais de recuperação animam Tricolor na tentativa de sair da zona do rebaixamento
Fonte Globoesporte.com
19 de Julho de 2017
Há pouquíssimo a festejar no São Paulo nos últimos tempos, mas os sinais de recuperação de Cueva, que teve boa atuação contra a Chapecoense e recebeu raros elogios da diretoria por seu comportamento, são um alento à equipe que, nesta quarta-feira, precisa vencer o Vasco, às 21h45, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro.
Além de poder tirar o São Paulo da 18ª posição , a partida também é mais um desafio à questão física do peruano. De suas 24 atuações em jogos oficiais em 2017, Cueva só conseguiu ficar em campo até o minuto final em cinco delas.
No Brasileirão, o meia só não foi substituído na derrota por 2 a 1 para o Atlético-MG, quando voltou à equipe após quatro rodadas de ausência, por um problema médico e a convocação para amistosos com a seleção de seu país. Nos outros oito jogos em que atuou pela competição, Cueva foi titular, mas deixou o campo no segundo tempo.
No Campeonato Paulista, o camisa 10 tricolor resistiu o tempo todo na estreia, a derrota por 4 a 2 para o Audax, e nos empates com Ituano e Corinthians, no primeiro jogo da semifinal. Na ocasião, ele voltava da recuperação de uma lesão muscular, e ali teve início sua má fase.
A única vitória do São Paulo no ano que teve Cueva no gramado durante todo o tempo foi sobre o PSTC, por 4 a 2, pela Copa do Brasil.
No primeiro semestre, Rogério Ceni tinha um plano especial de preservação do meia, a quem sempre julgou não ter substituto no elenco. Esse era o motivo maior de suas saídas frequentes. Dorival Júnior, nas duas vezes em que comandou o São Paulo, manteve a rotina do antecessor e sacou o peruano no segundo tempo. Gilberto e Denilson entraram em seu lugar para tentar a vitória, mas as tentativas foram ineficazes.
A nova comissão técnica sabe do potencial de Cueva, e que ele é importante para tirar o São Paulo da zona de rebaixamento. Por isso, cuida para que o foco do jogador volte ao Morumbi, e não mais em possíveis propostas, e que sua parte física o permita ficar mais tempo em campo.
Além de poder tirar o São Paulo da 18ª posição , a partida também é mais um desafio à questão física do peruano. De suas 24 atuações em jogos oficiais em 2017, Cueva só conseguiu ficar em campo até o minuto final em cinco delas.
No Brasileirão, o meia só não foi substituído na derrota por 2 a 1 para o Atlético-MG, quando voltou à equipe após quatro rodadas de ausência, por um problema médico e a convocação para amistosos com a seleção de seu país. Nos outros oito jogos em que atuou pela competição, Cueva foi titular, mas deixou o campo no segundo tempo.
No Campeonato Paulista, o camisa 10 tricolor resistiu o tempo todo na estreia, a derrota por 4 a 2 para o Audax, e nos empates com Ituano e Corinthians, no primeiro jogo da semifinal. Na ocasião, ele voltava da recuperação de uma lesão muscular, e ali teve início sua má fase.
A única vitória do São Paulo no ano que teve Cueva no gramado durante todo o tempo foi sobre o PSTC, por 4 a 2, pela Copa do Brasil.
No primeiro semestre, Rogério Ceni tinha um plano especial de preservação do meia, a quem sempre julgou não ter substituto no elenco. Esse era o motivo maior de suas saídas frequentes. Dorival Júnior, nas duas vezes em que comandou o São Paulo, manteve a rotina do antecessor e sacou o peruano no segundo tempo. Gilberto e Denilson entraram em seu lugar para tentar a vitória, mas as tentativas foram ineficazes.
A nova comissão técnica sabe do potencial de Cueva, e que ele é importante para tirar o São Paulo da zona de rebaixamento. Por isso, cuida para que o foco do jogador volte ao Morumbi, e não mais em possíveis propostas, e que sua parte física o permita ficar mais tempo em campo.
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