Nesta entrevista exclusiva, o ex-auxiliar-técnico da comissão fixa do São Paulo revela que ainda não se decidiu sobre a oferta. São-paulino declarado, ele também descartou que sua saída tenha a ver com problemas de relacionamento com Rogério Ceni. A versão de Pintado foi confirmada por um dirigente do clube ao Blog. A decisão foi tomada para que Dorival pudesse trabalhar com pessoas de sua confiança, o que também justificou as demissões do preparador de goleiros Haroldo Lamounier e do preparador físico José Mario Campeiz. Confira a entrevista com Pintado.
BLOG: Você aceitou a oferta para trabalhar nas categorias de base?
PINTADO: Estou pensando ainda. Primeiro, estou tentando assimilar tudo o que aconteceu.
Sua saída pode ter a ver com problemas de relacionamento?
Não tenho e nunca tive problemas de relacionamento com nenhum jogador, nem nenhum membro de comissões técnicas que passaram por aqui. Isso eu garanto!
Você tinha desavenças com Rogério Ceni?
Nunca tive problema com o Rogério. Fazíamos churrasco numa boa no CT. Tenho as fotos. Sempre tentei ajudar. Claro que eu me posicionava apontando coisas que eu achava errado. Era minha função e não saberia agir de outra forma.
Por que há quem especule que você teria traído o Rogério.
Isso é uma das maiores mentiras que vi na vida. Nunca faria isso e todos lá no São Paulo sabem disso. Sou homem do futebol e conheço muito bem as regras.
Mas o clima entre vocês era amistoso?
Claro. Quem diz o contrário está mentindo. Repito: eu nunca tive problema com o Rogério. Para mim, como auxiliar-técnico, seria muito fácil ficar calado no meu canto. Mas não é da minha personalidade. Por amor ao São Paulo, tentei fazer minha parte.