Trocas de preparadores físicos faz SPFC sofrer nos ultimos anos.

Fonte UOL esportes
11 de Julho de 2017
O São Paulo conquistou apenas um título nesta década, em 2012, com a Copa Sul-Americana. O período é marcado pela alta rotação de técnicos no comando da equipe profissional, mas também por uma ciranda de preparadores físicos. A função, antes pouco alterada pela confiança em membros fixos da comissão técnica do clube, tornou-se um problema rotineiro. Seja por insatisfação do elenco ou por reclamação de torcedores e conselheiros.

A última vítima desse processo foi Zé Mário Campeiz, demitido na última segunda-feira - além dele, o preparador de goleiros Haroldo Lamounier e o auxiliar Pintado também deixaram o elenco principal. Dorival Júnior, apresentado no mesmo dia, chegou com Celso Rezende para a preparação física, cujo trabalho será compartilhado com Pedro Campos, puxado da base por Rogério Ceni ainda em janeiro.
O período de instabilidade coincide com a saída de Carlinhos Neves, considerado um dos trunfos da era vitoriosa do São Paulo entre 2005 e 2008. Neves, hoje no Atlético-MG, chefiava os preparadores físicos e foi dispensado por teórica incompatibilidade de agenda com o trabalho na seleção brasileira. Desde então, a preparação teve Sergio Rocha como funcionário fixo até o fim de 2015 - saiu para assumir cargo administrativo em Cotia.
Campeiz passou a ser membro fixo da comissão durante a última passagem de Muricy Ramalho, entre 2013 e 2015. O preparador foi contratado pelo Tricolor em 2011 ao lado do técnico Adilson Batista, ficou após a saída do treinador, mas acabou demitido junto com Ney Franco, o auxiliar Éder Bastos e o também preparador Alexandre Lopes. Meses depois, quando Muricy voltou, Campeiz foi recontratado.
Houve ainda problemas com preparadores que acompanharam técnicos no clube. O primeiro e mais marcante, com Paulo César Carpegiani, entre 2010 e 2011, foi Riva Carli. Os treinos longos e exigentes demais deixavam os jogadores irritados e colaboraram para a mudança na comissão técnica. O mesmo aconteceu com Anselmo Sbraglia, que trabalhou com Doriva em 2015 por menos de dois meses.
Passaram ainda profissionais elogiados, mas que deixaram o Tricolor para seguir os passos de seus técnicos, como os casos do colombiano Jorge Rios, da comissão de Juan Carlos Osorio, e do argentino Bruno Militano, da de Edgardo Bauza. Rogério Ceni optou por apostar em Campeiz e em subir Pedro Campos da base, assim como Ricardo Gomes havia feito com Kako Perez no fim do ano passado.
Diante da instabilidade de profissionais no cargo, o São Paulo tentou a volta de Carlinhos Neves há alguns meses, mas esbarrou no alto salário do preparador.
Avalie esta notícia: 7 10
VEJA TAMBÉM
- Lucas Arcanjo no São Paulo? Diretoria responde sobre goleiro especulado para 2027
- São Paulo estuda renovação de empréstimo de Artur com o Botafogo
- Novo presidente? Marcelo Portugal revela plano para Cotia e cobra espaço para jovens
- Santos quer jogar no Morumbi, e São Paulo pode abrir as portas para o rival
- Árbitro afastado pela CBF após erro grave vai apitar jogo do São Paulo



Comentários

Nenhum comentario!
Enviar comentário
Para enviar comentários, você precisa estar cadastrado, clique Aqui. Para fazer login, clique Aqui.

+Lidas Notícias

LogoSPFC.net
©Copyright 2007 - 2026 | SPFC.net