Leco ligou para Modesto antes de contratar Dorival

Fonte UOL
Encontro de presidentes: Leco abraça o amigo Modesto Roma
Adversários dentro de campo neste domingo, às 19h, na Vila Belmiro, Santos e São Paulo mantêm relações estreitas longe dos gramados. A proximidade entre os presidentes dos clubes, Modesto Roma, da equipe alvinegra, e Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, do Tricolor, ajuda na hora de trocar informações e fazer negócios.

No ano passado, por exemplo, Michel Bastos havia pedido para não jogar mais pelo São Paulo. Por isso, o clube procurava um destino para o atleta. Logo, Modesto surgiu disposto a negociar. Os dois mandatários se reuniram em um restaurante em Santos e discutiram a possibilidade de trocar jogadores. Na ocasião, o time da Baixada também tentou contratar o zagueiro Lucão, mas a negociação não foi para frente.
Nesta temporada, foi a vez de Modesto pedir uma ajuda para o Tricolor. O presidente santista queria reforçar o seu caixa para tentar repatriar Geuvânio. Como o zagueiro Cleber não era utilizado por Dorival Júnior e o São Paulo precisava de um defensor. Os dois voltaram a discutir uma possível transação, mas não conseguiram chegar a um acordo.
Mas não é apenas na hora de fazer negociar jogador que eles pensam um no outro. Com a demissão de Rogério Ceni na segunda-feira (3), Leco se viu obrigado a correr contra o tempo para contratar um substituto. O dirigente são-paulino ligou para o amigo Modesto para pegar informações de Dorival Júnior, que havia trabalhado nas duas últimas temporadas na Vila Belmiro. As recomendações do santista foram positivas e importantes para que a transação seguisse adiante.
Único inquilino
Não é de hoje que a relação entre as diretorias de Santos e São Paulo é boa. Em 2009, o então presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, declarou guerra ao mandatário tricolor, Juvenal Juvêncio. A partir daí, o Corinthians não alugou mais o Morumbi para mandar as suas principais partidas - até mesmo a decisão da Copa Libertadores de 2012 foi realizada no Pacaembu. O Palmeiras seguiu o caminho corintiano e também não mandou mais suas partidas na casa tricolor.
O Santos foi o único dos considerados grandes do estado a manter a parceria com o São Paulo. As finais do Campeonato Paulista de 2012, contra Guarani, por exemplo, foram disputadas na casa tricolor.
No ano passado, os clubes também organizaram ações nos clássicos do Campeonato Brasileiro. Para tentar melhorar a renda, disputaram as duas partidas no Pacaembu e, em um dos jogos, as delegações fora ao estádio no mesmo ônibus para simbolizar essa união.
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