Como o senhor vê a situação atual do time?
Muito preocupado. Na verdade, é insuportável ver o São Paulo jogar. O rendimento é muito fraco. O Rogério reclamou da barreira no lance do primeiro gol. Ele tem razão, mas não foi isso que definiu o resultado.
Existe a possibilidade de o time cair?
Existe, sim, mas não vai cair. Há muitos jogos pela frente, há jogadores chegando e principalmente, graças a Deus, tem times piores que o São Paulo. Piores e com menos poder de investimento. Tem que melhorar logo.
O que o senhor acha da chegada de jogadores no meio do campeonato?
Dificulta o trabalho do treinador, sem dúvida. Talvez tenha sido um erro de planejamento, mas não vou afirmar isso.
E o clube como está?
A situação financeira é ruim, com uma dívida muito grande. A dívida precisa ser atacada. Há um consenso de que 70% do dinheiro arrecadado com venda de jogadores, seja utilizado para cobrir a dívida e outros 30% para remontagem do time. Tomara que o Leco cumpra esse consenso.
O que o senhor faria se fosse o presidente do clube?
Fui candidato para ajudar e perdi. Não tem porquê dizer o que faria. Minha intenção, como membro do Conselho de Administração, é ajudar o Leco. Meu e de todos os outros membros. Tomara que ele esteja aberto para ouvir.