Com exceção do time da Vila Belmiro, que foi definido como bom, mas no limite, os outros três receberam críticas, de diferentes formas: o tricolor paulista, por exemplo, como sendo portador de uma "dependência perigosa em vender atletas", enquanto os cariocas não têm previsões de futuro animadoras.
Nesta terça-feira, César Grafietti, superintendente de Crédito do Itaú BBA e coordenador do estudo, estará no Bate-Bola na Veia, da ESPN Brasil, a partir das 19h, onde é aguardado para comentar sobre as análises financeiras feitas pelo banco.
O estudo alertou para um fato que vem sendo comum no clube do Morumbi: a venda de atletas.
Segundo o Itaú BBA, o São Paulo apresenta uma "dependência perigosa" nesse quesito.
Apesar disso, as receitas de 2016 foram elogiadas, como os R$ 60 milhões de luvas da TV, crescimento de 34% em publicidade e 13% em bilheteria.
Além disso, foram feitos relevantes investimentos de R$ 79 milhões no elenco profissional e R$ 22 milhões nas categorias de base.
Por oturo lado, as dívidas cresceram, principalmente as operacionais, por conta das aquisições de atletas.
Os emprestimos de Vinicius Pinotti também foram criticados. O banco destacou que a redução bancária veio com verba de pessoa física, "que é uma prática desaconselhável".
O Itaú BBA destacou que o São Paulo usou boa parte do caixa gerado para investir no elenco, mas sem resultado esportivo. "Investe muito, mas mal".
Por fim, o estudo faz um alerta ao time tricolor.
"Para manter o mesmo padrão, o clube precisará continuar vendendo atletas para ajudar a fechar a conta. Se quiser fazer investimentos, venda de atleta será fundamental. Ou seja, prática perigosa e arriscada. Cortar custos e Investimentos é o melhor caminho, no lugar de sobreviver de comércio".