Conselheiros suspeitam que atleta vazou informações para fritar Ceni
Fonte Blog do Perrone
20 de Maio de 2017
O vazamento sobre episódios envolvendo Rogério e jogadores despertou a desconfiança de conselheiros graduados do São Paulo e com trânsito na diretoria e de pelo menos um membro do Conselho de Administração do clube de que há alguém no elenco interessado em fritar o treinador.
A suspeita é de que um ou mais jogadores descontentes fizeram com que a informação chegasse à imprensa para queimar Ceni. Porém, ninguém arrisca quem seriam os delatores.
Foram dois casos que saíram do vestiário. Um bronca do treinador em Rodrigo Caio após o zagueiro, ao ser sincero, evitar que o corintiano Jô tomasse cartão amarelo, e o chute dado por Ceni num quadro usado para explicações táticas no vestiário e que atingiu Cícero no intervalo do mesmo jogo com o Corinthians.
A suspeita de que o vazamento foi feito por um ou mais atletas também deixou nos mesmos cartolas a dúvida sobre se Ceni teria perdido o controle do vestiário. Até então, apesar dos maus resultados recentes, sua situação era considerada sólida.
A partir dessas notícias, foi ligado o sinal de alerta. A expectativa desse grupo passou a ser em relação ao comportamento dos jogadores nos próximos jogos para saber se havia algum risco de Rogério ficar sem clima para seguir no cargo. A cúpula tricolor, no entanto, em nenhum momento deixou de blindar o técnico.
Mas, antes de a equipe voltar a campo, líderes do elenco, como Rodrigo Caio, Lugano e Pratto, além de Cícero, defenderam Ceni publicamente numa tentativa de mostrar apoio do grupo ao treinador.
Os discursos acalmaram os bastidores do Morumbi, mas a desconfiança de que algo cheira mal no vestiário são-paulino ainda não foi dissipada.
A suspeita é de que um ou mais jogadores descontentes fizeram com que a informação chegasse à imprensa para queimar Ceni. Porém, ninguém arrisca quem seriam os delatores.
Foram dois casos que saíram do vestiário. Um bronca do treinador em Rodrigo Caio após o zagueiro, ao ser sincero, evitar que o corintiano Jô tomasse cartão amarelo, e o chute dado por Ceni num quadro usado para explicações táticas no vestiário e que atingiu Cícero no intervalo do mesmo jogo com o Corinthians.
A suspeita de que o vazamento foi feito por um ou mais atletas também deixou nos mesmos cartolas a dúvida sobre se Ceni teria perdido o controle do vestiário. Até então, apesar dos maus resultados recentes, sua situação era considerada sólida.
A partir dessas notícias, foi ligado o sinal de alerta. A expectativa desse grupo passou a ser em relação ao comportamento dos jogadores nos próximos jogos para saber se havia algum risco de Rogério ficar sem clima para seguir no cargo. A cúpula tricolor, no entanto, em nenhum momento deixou de blindar o técnico.
Mas, antes de a equipe voltar a campo, líderes do elenco, como Rodrigo Caio, Lugano e Pratto, além de Cícero, defenderam Ceni publicamente numa tentativa de mostrar apoio do grupo ao treinador.
Os discursos acalmaram os bastidores do Morumbi, mas a desconfiança de que algo cheira mal no vestiário são-paulino ainda não foi dissipada.
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