A ideia dos sócios, que garantem não ter ligação com qualquer ala política, é juntar provas de que existiu oferecimento de dinheiro em troca de voto. Tais provas poderiam ser áudios ou prints de conversas no WhatsApp. Caso consigam algum material, os são-paulinos prometem levar o caso para a polícia.
“Aconteceram muitas coisas estranhas na eleição. Quatro conselheiros, por exemplo, estavam ótimos de saúde pela manhã e ficaram fortemente doentes na hora da votação e nem apareceram no Morumbi”, revela um dos sócios que comanda a investigação interna. Também não está descartada a possibilidade de o caso ser levado para o Conselho Deliberativo.