São Paulo melhora e sofre menos gols que os maiores rivais
Fonte Globo Esporte
4 de Abril de 2017
Defensa y Justicia é o nome do próximo adversário do São Paulo, quarta-feira, às 19h30, pela Copa Sul-Americana, mas também define bem o momento da defesa tricolor. É preciso fazer justiça a ela, tão criticada no início do Campeonato Paulista pelo excesso de gols sofridos. Não está tudo lindo, tudo maravilhoso, mas a melhora é significativa, tanto que nas últimas cinco rodadas, a equipe sofreu apenas três gols, menos do que seus principais rivais: Corinthians e Santos (quatro), e Palmeiras (cinco).
O ponto de partida é a derrota por 3 a 0 para o Palmeiras, no dia 11 de março, a pior atuação do São Paulo no estadual. Desde então foram disputadas cinco partidas – as últimas quatro pela fase de classificação, e a primeira das quartas de final.
A equipe treinada por Rogério Ceni sofreu um gol do Ituano, um do Botafogo-SP e outro do Corinthians, menos que os outros grandes do estado. O técnico diz que não mudou nada nos treinos ou no relacionamento com os jogadores.
– Converso sempre da mesma maneira, treino muito a parte defensiva, a bola aérea. O Linense é um time alto, mas conseguimos marcar no campo do adversário, tanto que eles não tiveram nenhum escanteio a favor – destacou Ceni, sobre o desempenho no último jogo.
Os treinos podem não ter mudado, mas o São Paulo aumentou sua preocupação com a zaga no decorrer da primeira fase. Com razão, já que, mesmo com essa evolução dos últimos jogos, teve a quarta pior defesa entre os 16 participantes do Paulistão, com 20 gols sofridos.
O posicionamento ficou mais compacto, a recomposição defensiva mais rápida, e Renan Ribeiro também fez diferença. Terceiro goleiro a ser experimentado na temporada, ele teve boas atuações, principalmente na estreia diante do Ituano, e parece ter se tornado o primeiro na hierarquia da posição, que ainda deve ver outras chances para Sidão, machucado, e Denis, que atuou e não sofreu gols na vitória sobre o São Bernardo, há uma semana.
A partida na Argentina será mais uma prova à zaga são-paulina. Maicon e Lugano, suspensos em razão de cartões vermelhos recebidos na Libertadores do ano passado, não poderão atuar. Pelas últimas atuações e pelo estilo de jogo do Defensa y Justicia, que deverá marcar a saída de bola dos brasileiros, Lucão tem mais chances do que Breno e Douglas de ser escalado ao lado de Rodrigo Caio.
O ponto de partida é a derrota por 3 a 0 para o Palmeiras, no dia 11 de março, a pior atuação do São Paulo no estadual. Desde então foram disputadas cinco partidas – as últimas quatro pela fase de classificação, e a primeira das quartas de final.
A equipe treinada por Rogério Ceni sofreu um gol do Ituano, um do Botafogo-SP e outro do Corinthians, menos que os outros grandes do estado. O técnico diz que não mudou nada nos treinos ou no relacionamento com os jogadores.
– Converso sempre da mesma maneira, treino muito a parte defensiva, a bola aérea. O Linense é um time alto, mas conseguimos marcar no campo do adversário, tanto que eles não tiveram nenhum escanteio a favor – destacou Ceni, sobre o desempenho no último jogo.
Os treinos podem não ter mudado, mas o São Paulo aumentou sua preocupação com a zaga no decorrer da primeira fase. Com razão, já que, mesmo com essa evolução dos últimos jogos, teve a quarta pior defesa entre os 16 participantes do Paulistão, com 20 gols sofridos.
O posicionamento ficou mais compacto, a recomposição defensiva mais rápida, e Renan Ribeiro também fez diferença. Terceiro goleiro a ser experimentado na temporada, ele teve boas atuações, principalmente na estreia diante do Ituano, e parece ter se tornado o primeiro na hierarquia da posição, que ainda deve ver outras chances para Sidão, machucado, e Denis, que atuou e não sofreu gols na vitória sobre o São Bernardo, há uma semana.
A partida na Argentina será mais uma prova à zaga são-paulina. Maicon e Lugano, suspensos em razão de cartões vermelhos recebidos na Libertadores do ano passado, não poderão atuar. Pelas últimas atuações e pelo estilo de jogo do Defensa y Justicia, que deverá marcar a saída de bola dos brasileiros, Lucão tem mais chances do que Breno e Douglas de ser escalado ao lado de Rodrigo Caio.
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