Conselho aprova contas do Tricolor; oposição cita aumento da dívida
Fonte Gazeta Esportiva
31 de Março de 2017
Caso vença, Leco terá Marcelo Pupo Barboza (esq.) na presidência do Conselho e Roberto Natel (dir.) como vice geral (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou na última quinta-feira o balanço financeiro do clube referente ao ano de 2016, após reunião extraordinária realizada, no Morumbi. No total, foram 145 votos a favor da aprovação das contas e apenas um contrário. O Tricolor tem até 30 de abril para publicar os números em seu site oficial.
O encontro aconteceu a 20 dias das eleições, marcadas para 18 de abril. A oposição nomeou José Eduardo Mesquita Pimenta, que governou o clube entre 1990 e 1994, período do bicampeonato da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes, como seu candidato à presidência. Ele enfrentará o atual mandatário Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
Os oposicionistas aprovaram o balanço do ano passado alegando que uma eventual reprovação poderia arranhar a imagem do clube e acarretar em prejuízos financeiros. Apesar de reconhecerem que os números debatidos são críveis, afirmam que, ao contrário do que diz a atual diretoria, a dívida líquida teria aumentado em 16% em comparação a 2015, chegando a um débito de R$ 275 milhões.
Por determinação própria, a oposição deixou de ir em peso à reunião, sendo representada por uma pequena comissão, composta por José Roberto Ópice Blum, Douglas Schwartzmann, Dorival Decoussau e Eduardo Barros. Pimenta não compareceu por conta do aniversário de sua esposa.
O vencedor do pleito do dia 18 terá o seu mandato válido até dezembro de 2020, sem a possibilidade de reeleição, conforme as exigências do novo estatuto do clube.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou na última quinta-feira o balanço financeiro do clube referente ao ano de 2016, após reunião extraordinária realizada, no Morumbi. No total, foram 145 votos a favor da aprovação das contas e apenas um contrário. O Tricolor tem até 30 de abril para publicar os números em seu site oficial.
O encontro aconteceu a 20 dias das eleições, marcadas para 18 de abril. A oposição nomeou José Eduardo Mesquita Pimenta, que governou o clube entre 1990 e 1994, período do bicampeonato da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes, como seu candidato à presidência. Ele enfrentará o atual mandatário Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
Os oposicionistas aprovaram o balanço do ano passado alegando que uma eventual reprovação poderia arranhar a imagem do clube e acarretar em prejuízos financeiros. Apesar de reconhecerem que os números debatidos são críveis, afirmam que, ao contrário do que diz a atual diretoria, a dívida líquida teria aumentado em 16% em comparação a 2015, chegando a um débito de R$ 275 milhões.
Por determinação própria, a oposição deixou de ir em peso à reunião, sendo representada por uma pequena comissão, composta por José Roberto Ópice Blum, Douglas Schwartzmann, Dorival Decoussau e Eduardo Barros. Pimenta não compareceu por conta do aniversário de sua esposa.
O vencedor do pleito do dia 18 terá o seu mandato válido até dezembro de 2020, sem a possibilidade de reeleição, conforme as exigências do novo estatuto do clube.
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