Remédio ou veneno? São Paulo sofre, mas castiga rivais com bola aérea
Ao mesmo tempo em que é criticado por não corrigir problemas defensivos em cruzamentos, time de Rogério Ceni mostra bom desempenho ofensivo no quesito
Fonte LANCE!Net
28 de Março de 2017
Pratto tem quatro gols de cabeça pelo São Paulo (Foto: Marcello Zambrana/AGIF/Lancepress!)
O São Paulo convive com duas realidades desde o início da temporada. Um sistema ofensivo eficiente, que chegou a empolgar a torcida na invencibilidade de nove partidas e tem 33 gols no ano, e um sistema defensivo vulnerável e criticado, que foi vazado 24 vezes em 2017 e em todos os últimos 13 jogos. E esse dualismo está presente também nas bolas aéreas da equipe.
O técnico Rogério Ceni, após o empate em 1 a 1 com o ABC pela Copa do Brasil, chegou a dizer que não treinaria mais o quesito. O zagueiro Lugano endossou o discurso, alegando excesso de pressão sobre os jogadores para errar menos em cruzamentos. Contra Ituano e Botafogo, o problema parecia resolvido, até Jô dar o empate ao Corinthians no último domingo usando a cabeça.
No lance, Maicon sai da área para marcar a ponta esquerda rival, Rodrigo Caio tenta preencher o espaço do colega e pede que Júnior feche em Jô. Não houve tempo para a troca, um "erro básico" segundo Ceni. Foi o sétimo gol sofrido em bolas aéreas pelo Tricolor, que já havia sofrido assim contra Osasco Audax, Santos, São Bento, Novorizontino e ABC - duas vezes.
Por outro lado, os tricolores mostram eficiência justamente para aproveitar bolas aéreas e converter quase um terço dos gols da equipe no ano. O de Maicon foi o décimo da temporada, depois que Araruna cobrou escanteio e Cícero escorou para o meio. O desempenho é fruto de jogadas ensaiadas e variadas que confundem os adversários.
Tem escanteio curto, à meia altura, rasteiro na entrada da área para um outro atleta cruzar, além das jogadas com bola rolando, com os laterais Júnior e Bruno entre os líderes de assistências do time (três e quatro, respectivamente, com três a um para o primeiro em jogadas aéreas).
Foram vítimas Ponte Preta (Gilberto), Mirassol (Pratto e Rodrigo Caio), São Bento (dois de Pratto), PSTC (Cícero), Santo André (Gilberto), ABC (Pratto), Botafogo (Gilberto) e Corinthians (Maicon). Thiago Mendes e Luiz Araújo, com duas assistências cada, Maicon e Cícero foram os responsáveis pelos demais cruzamentos.
O São Paulo convive com duas realidades desde o início da temporada. Um sistema ofensivo eficiente, que chegou a empolgar a torcida na invencibilidade de nove partidas e tem 33 gols no ano, e um sistema defensivo vulnerável e criticado, que foi vazado 24 vezes em 2017 e em todos os últimos 13 jogos. E esse dualismo está presente também nas bolas aéreas da equipe.
O técnico Rogério Ceni, após o empate em 1 a 1 com o ABC pela Copa do Brasil, chegou a dizer que não treinaria mais o quesito. O zagueiro Lugano endossou o discurso, alegando excesso de pressão sobre os jogadores para errar menos em cruzamentos. Contra Ituano e Botafogo, o problema parecia resolvido, até Jô dar o empate ao Corinthians no último domingo usando a cabeça.
No lance, Maicon sai da área para marcar a ponta esquerda rival, Rodrigo Caio tenta preencher o espaço do colega e pede que Júnior feche em Jô. Não houve tempo para a troca, um "erro básico" segundo Ceni. Foi o sétimo gol sofrido em bolas aéreas pelo Tricolor, que já havia sofrido assim contra Osasco Audax, Santos, São Bento, Novorizontino e ABC - duas vezes.
Por outro lado, os tricolores mostram eficiência justamente para aproveitar bolas aéreas e converter quase um terço dos gols da equipe no ano. O de Maicon foi o décimo da temporada, depois que Araruna cobrou escanteio e Cícero escorou para o meio. O desempenho é fruto de jogadas ensaiadas e variadas que confundem os adversários.
Tem escanteio curto, à meia altura, rasteiro na entrada da área para um outro atleta cruzar, além das jogadas com bola rolando, com os laterais Júnior e Bruno entre os líderes de assistências do time (três e quatro, respectivamente, com três a um para o primeiro em jogadas aéreas).
Foram vítimas Ponte Preta (Gilberto), Mirassol (Pratto e Rodrigo Caio), São Bento (dois de Pratto), PSTC (Cícero), Santo André (Gilberto), ABC (Pratto), Botafogo (Gilberto) e Corinthians (Maicon). Thiago Mendes e Luiz Araújo, com duas assistências cada, Maicon e Cícero foram os responsáveis pelos demais cruzamentos.
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