O então presidente foi acusado de receber propina nas transferências de Leonardo ao Valencia e de Mario Tilico para o Logroñes. No caso do atacante, a negociação acabou não se concretizando. Por conta disso, o dirigente chegou a ser expulso do quadro associativo do São Paulo, fato revertido anos depois após a apresentação de um laudo da Unicamp para provar a adulteração no áudio apresentado prova, como ele esclarece abaixo:
"Gostaria de afirmar que o caso Tilico não existiu. O negócio não foi feito. Então não pode ter havido crime. A acusação que me foi feita à época foi completamente desmontada pelo laudo assinado pelo renomado perito Ricardo Molina, que demonstrou que a tal fita na qual eu supostamente teria pedido comissão ao empresário dele foi adulterada. Tenho esse documento comigo e à disposição de qualquer um que se interesse pela verdade e não por boatos, especulações e acusações infundadas e eleitoreiras."
Nota-se que Pimenta aborda o caso Mario Tilico, inclusive tendo - e oferecendo - provas de que nunca se envolveu na questão. No entanto, não responde nada sobre a ida de Leonardo ao Valencia.
O pleito está marcado para acontecer no próximo mês de abril e, além de José Eduardo Mesquita Pimenta, concorre o atual presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
Até o fechamento desta matéria, o documento ainda não havia sido enviado pelo candidato.