Pimenta diz que só espera 'redenção' após Aidar se perder no São Paulo
Candidato à presidência do Tricolor esclarece declaração sobre possível volta do ex-mandatário, que renunciou após denúncias de corrupção em outubro de 2015
Fonte LANCE!Net
24 de Fevereiro de 2017
José Eduardo Mesquita Pimenta foi presidente do São Paulo entre 1990 e 1994 (Foto: Divulgação)
No lançamento da chapa "São Paulo Unido e Vencedor" para as eleições presidenciais do São Paulo, na última quarta-feira, o candidato José Eduardo Mesquita Pimenta afirmou que poderia estudar a volta do ex-presidente Carlos Miguel Aidar ao quadro de sócios do clube. A declaração incomodou torcedores nas redes sociais e Pimenta emitiu nota para se explicar.
Assim como já havia falado no lançamento de sua chapa, o candidato fez paralelo com a legislação brasileira, que proíbe penas acima de 30 anos de reclusão, para dizer que a punição aplicada Aidar no ano passado não pode ser perpétua. Alvo de denúncias de corrupção, o presidente eleito em 2014 renunciou em outubro do ano seguinte, mas só foi expulso do clube devido a briga com seu ex-vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro.
- Fiz referência às leis brasileiras e ao modelo de sociedade na qual o São Paulo Futebol Clube se enquadra. Aidar teve grandes feitos no passado, mas se perdeu em seu retorno. Que um dia encontre a redenção dos seus atos. Mas comigo não trabalhará - afirmou Pimenta, reforçando que o discurso era sobre uma volta apenas ao quadro de sócios, e não à diretoria.
Por fim, no comunicado emitido pela assessoria da chapa da oposição, Pimenta reitera que sempre foi rival político de Aidar. Um dos aliados dos oposicionistas, inclusive, é o empresário Abílio Diniz, que chegou a apoiar o sucessor de Juvenal Juvêncio, mas depois ajudou o atual presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, candidato da situação, até a renúncia ser consumada. Rapidamente, porém, Diniz rompeu com Leco e voltou à oposição.
Apesar da preocupação em afastar sua imagem da de Aidar, Pimenta tem como figura importante em sua chapa Douglas Schwartzmann, diretor de comunicações e vice-presidente de marketing na gestão do antecessor de Leco e um dos alvos das denúncias de corrupção no clube, como no "caso Jack", envolvendo comissão no contrato com a Under Armour. Do outro lado, a situação tem Julio Casares, ainda de forma tímida, como cabo eleitoral. Vice de marketing com Juvenal Juvêncio, Casares foi vice geral até Aidar cair.
No lançamento da chapa "São Paulo Unido e Vencedor" para as eleições presidenciais do São Paulo, na última quarta-feira, o candidato José Eduardo Mesquita Pimenta afirmou que poderia estudar a volta do ex-presidente Carlos Miguel Aidar ao quadro de sócios do clube. A declaração incomodou torcedores nas redes sociais e Pimenta emitiu nota para se explicar.
Assim como já havia falado no lançamento de sua chapa, o candidato fez paralelo com a legislação brasileira, que proíbe penas acima de 30 anos de reclusão, para dizer que a punição aplicada Aidar no ano passado não pode ser perpétua. Alvo de denúncias de corrupção, o presidente eleito em 2014 renunciou em outubro do ano seguinte, mas só foi expulso do clube devido a briga com seu ex-vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro.
- Fiz referência às leis brasileiras e ao modelo de sociedade na qual o São Paulo Futebol Clube se enquadra. Aidar teve grandes feitos no passado, mas se perdeu em seu retorno. Que um dia encontre a redenção dos seus atos. Mas comigo não trabalhará - afirmou Pimenta, reforçando que o discurso era sobre uma volta apenas ao quadro de sócios, e não à diretoria.
Por fim, no comunicado emitido pela assessoria da chapa da oposição, Pimenta reitera que sempre foi rival político de Aidar. Um dos aliados dos oposicionistas, inclusive, é o empresário Abílio Diniz, que chegou a apoiar o sucessor de Juvenal Juvêncio, mas depois ajudou o atual presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, candidato da situação, até a renúncia ser consumada. Rapidamente, porém, Diniz rompeu com Leco e voltou à oposição.
Apesar da preocupação em afastar sua imagem da de Aidar, Pimenta tem como figura importante em sua chapa Douglas Schwartzmann, diretor de comunicações e vice-presidente de marketing na gestão do antecessor de Leco e um dos alvos das denúncias de corrupção no clube, como no "caso Jack", envolvendo comissão no contrato com a Under Armour. Do outro lado, a situação tem Julio Casares, ainda de forma tímida, como cabo eleitoral. Vice de marketing com Juvenal Juvêncio, Casares foi vice geral até Aidar cair.
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