Por violação de regra, Sindicato pede paralisação de competições da FPF
Fonte ESPN
6 de Fevereiro de 2017
Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF, durante evento
O Sindicato dos Atletas de São Paulo pediu a paralisação das competições da Federação Paulista de Futebol por conta de atrasos de salário em clubes do Estado. Desde 2012, há uma regra que prevê perda de pontos e até rebaixamento em caso de não pagamento. Porém, a entidade afirma que tem ocorrido o acobertamento de casos de atraso.
De acordo com o Sindicato, em 2016 o Batatais foi à semifinal da Série A2 com quatro meses de salários atrasados, e mesmo assim não foi punido. O mesmo se viu com o Santo André, que acabou conquistando o acesso à elite. Pelo regulamento, os clubes deveriam ter sido impedidos de jogarem a fase final da competição.
Sem resposta da FPF, a entidade se mobilizou e entrou com uma liminar, pedindo a suspensão dos torneios organizados pela Federação Paulista. Em um primeiro momento, o juiz do caso indeferiu a solicitação, mantendo os campeonatos.
Ainda assim, o Tribunal exigiu que a entidade que rege o futebol de São Paulo apresente os documentos que provam a regularização dos pagamentos de salário. Caso a FPF não o faça, é possível que a paralisação seja determinada.
"Evidente que não queríamos a paralisação dos campeonatos, mas com base em nossa experiência, vimos que as grandes transformações que resultaram nas melhorias no futebol têm por base dois pilares: um, a iniciativa sempre foi do Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, nunca dos dirigentes; e, dois, sempre através de ações judiciais, nunca em razão de negociações inteligentes", afirma Rinaldo Martorelli, presidente do Sindicato.
A elite do Campeonato Paulista começou neste fim de semana, com a primeira rodada. A Série A2, segunda divisão do Estadual, já teve três jornadas disputadas.
O Sindicato dos Atletas de São Paulo pediu a paralisação das competições da Federação Paulista de Futebol por conta de atrasos de salário em clubes do Estado. Desde 2012, há uma regra que prevê perda de pontos e até rebaixamento em caso de não pagamento. Porém, a entidade afirma que tem ocorrido o acobertamento de casos de atraso.
De acordo com o Sindicato, em 2016 o Batatais foi à semifinal da Série A2 com quatro meses de salários atrasados, e mesmo assim não foi punido. O mesmo se viu com o Santo André, que acabou conquistando o acesso à elite. Pelo regulamento, os clubes deveriam ter sido impedidos de jogarem a fase final da competição.
Sem resposta da FPF, a entidade se mobilizou e entrou com uma liminar, pedindo a suspensão dos torneios organizados pela Federação Paulista. Em um primeiro momento, o juiz do caso indeferiu a solicitação, mantendo os campeonatos.
Ainda assim, o Tribunal exigiu que a entidade que rege o futebol de São Paulo apresente os documentos que provam a regularização dos pagamentos de salário. Caso a FPF não o faça, é possível que a paralisação seja determinada.
"Evidente que não queríamos a paralisação dos campeonatos, mas com base em nossa experiência, vimos que as grandes transformações que resultaram nas melhorias no futebol têm por base dois pilares: um, a iniciativa sempre foi do Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, nunca dos dirigentes; e, dois, sempre através de ações judiciais, nunca em razão de negociações inteligentes", afirma Rinaldo Martorelli, presidente do Sindicato.
A elite do Campeonato Paulista começou neste fim de semana, com a primeira rodada. A Série A2, segunda divisão do Estadual, já teve três jornadas disputadas.
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