Lugano admite perda de intensidade e tenta "desfrutar" reta final da carreira
Fonte Gazeta Esportiva
17 de Janeiro de 2017
Lugano voltou ao São Paulo em 2016 (Foto: Érico Leonan/saopaulofc.net)
O zagueiro Lugano, aos 36 anos, indicou que pode estar perto do fim da carreira como jogador. O uruguaio admitiu que, nos últimos anos, sua intensidade, marca registrada da carreira, diminuiu. E isso não só por conta das lesões, como também por outros motivos.
“O mais difícil é se concentrar 100% no futebol. Já sou pai, tenho uma vida formada, fora do futebol. Hoje, o futebol exige muito, mentalmente e fisicamente. Minha família é prioridade acima do futebol, então vai perdendo um pouco da intensidade. Esse talvez seja meu ponto fraco nos últimos anos. Fora as dores”, analisou o defensor.
Sobre possíveis projetos para depois da carreira de jogador, Lugano tratou com bom humor a hipótese de se tornar treinador de futebol. “Não sei se tenho perfil, não sei se teria paciência. Todo mundo fala para eu fazer curso, mas não sei se tenho paciência, e isso não se estuda, tem ou não tem”, brincou.
Sem pensar na vida após pendurar as chuteiras, o zagueiro adotou o discurso de curtir os últimos momentos como jogador, antes de pensar no futuro. “Não tenho pensado muito no pós-carreira. A gente tenta desfrutar, viver intensamente os últimos momentos. A gente vai decidir depois. Ninguém sabe o que vai acontecer. Por enquanto, vou desfrutar”, enfatizou.
Por fim, ao falar sobre o novo técnico do São Paulo, e ex-companheiro de equipe, Rogério Ceni, Lugano relembrou o tempo em que atuaram juntos, e exaltou a intensidade do novo comandante.
“Rogério me conhece muito bem, foram quatro anos de vestiários juntos. Ele é, como treinador, o que era como jogador, intenso, fanático por futebol. Isso não se estuda, é uma questão de personalidade”, finalizou o uruguaio.
O zagueiro Lugano, aos 36 anos, indicou que pode estar perto do fim da carreira como jogador. O uruguaio admitiu que, nos últimos anos, sua intensidade, marca registrada da carreira, diminuiu. E isso não só por conta das lesões, como também por outros motivos.
“O mais difícil é se concentrar 100% no futebol. Já sou pai, tenho uma vida formada, fora do futebol. Hoje, o futebol exige muito, mentalmente e fisicamente. Minha família é prioridade acima do futebol, então vai perdendo um pouco da intensidade. Esse talvez seja meu ponto fraco nos últimos anos. Fora as dores”, analisou o defensor.
Sobre possíveis projetos para depois da carreira de jogador, Lugano tratou com bom humor a hipótese de se tornar treinador de futebol. “Não sei se tenho perfil, não sei se teria paciência. Todo mundo fala para eu fazer curso, mas não sei se tenho paciência, e isso não se estuda, tem ou não tem”, brincou.
Sem pensar na vida após pendurar as chuteiras, o zagueiro adotou o discurso de curtir os últimos momentos como jogador, antes de pensar no futuro. “Não tenho pensado muito no pós-carreira. A gente tenta desfrutar, viver intensamente os últimos momentos. A gente vai decidir depois. Ninguém sabe o que vai acontecer. Por enquanto, vou desfrutar”, enfatizou.
Por fim, ao falar sobre o novo técnico do São Paulo, e ex-companheiro de equipe, Rogério Ceni, Lugano relembrou o tempo em que atuaram juntos, e exaltou a intensidade do novo comandante.
“Rogério me conhece muito bem, foram quatro anos de vestiários juntos. Ele é, como treinador, o que era como jogador, intenso, fanático por futebol. Isso não se estuda, é uma questão de personalidade”, finalizou o uruguaio.
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