Presidente de organizada do São Paulo é preso por ir a jogo da Copinha
Henrique Gomes, o Baby, foi detido por descumprir decisão da Justiça de não comparecer a partidas do Tricolor ao acompanhar o duelo do time sub-20 em Capivari
Fonte LANCE!Net
12 de Janeiro de 2017
Protesto no CT da Barra Funda terminou em invasão, agressões e furtos (Foto: Bruno Grossi)
Na madrugada desta quinta-feira, o presidente da Torcida Tricolor Independente, Henrique Gomes, o Baby, foi preso na capital paulista. A informação é do UOL Esporte e a detenção foi motivada por descumprimento de ordem judicial que proibia o líder da organizada de comparecer a jogos do São Paulo desde setembro do ano passado.
Imagens da TV Record mostraram Baby presente em um dos jogos do Tricolor na Copa São Paulo de Juniores, na Arena Capivari, em Capivari. Ele e mais 11 participantes da invasão ao CT da Barra Funda, ocorrida em agosto de 2016, estão proibidos a comparecer em estádios em partidas do São Paulo após serem investigados pelo Drade (Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva).
- O Henrique descumpriu uma medida contra ele. A imagem da TV foi levada ao fórum, sendo determinada a detenção - disse a delegada do Drade, Margareth Barreto, ao UOL Esporte.
Em uma das redes sociais de Baby, um texto em defesa do torcedor foi publicado na madrugada. A publicação diz que proibição da Justiça não falava em jogos das categorias de base e volta a negar que o CT tenha sido invadido no ano passado - embora o portão do local tenha sido quebrado, itens do clube roubados e três jogadores agredidos: Wesley, Carlinhos e Michel Bastos.
"Cumpri todas as medidas cautelares, no bombeiro, com chegada e saída protocolada no fórum. Não descumpri a lei imposta pelo juiz. Antes de ir para Capivari comuniquei o meu advogado. Não falava no documento que eu não poderia ir ao sub 10, sub 11, sub 12, sub 13, sub 14, sub 15, sub 16, sub 17, sub 18. Não roubei bola, não roubei camisa , não agredi jogador , entrei e sai pela porta da frente do CT , não houve arrombamento. Mesmo não cometendo nenhum crime na qual estamos sendo acusado, pagamos o valor de 7.200 reais em juízo. Nosso protesto foi pacifico e legítimo. A imagem é nítida. Quem roubou e agrediu que pague pelos seus atos", dizia a publicação.
Na madrugada desta quinta-feira, o presidente da Torcida Tricolor Independente, Henrique Gomes, o Baby, foi preso na capital paulista. A informação é do UOL Esporte e a detenção foi motivada por descumprimento de ordem judicial que proibia o líder da organizada de comparecer a jogos do São Paulo desde setembro do ano passado.
Imagens da TV Record mostraram Baby presente em um dos jogos do Tricolor na Copa São Paulo de Juniores, na Arena Capivari, em Capivari. Ele e mais 11 participantes da invasão ao CT da Barra Funda, ocorrida em agosto de 2016, estão proibidos a comparecer em estádios em partidas do São Paulo após serem investigados pelo Drade (Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva).
- O Henrique descumpriu uma medida contra ele. A imagem da TV foi levada ao fórum, sendo determinada a detenção - disse a delegada do Drade, Margareth Barreto, ao UOL Esporte.
Em uma das redes sociais de Baby, um texto em defesa do torcedor foi publicado na madrugada. A publicação diz que proibição da Justiça não falava em jogos das categorias de base e volta a negar que o CT tenha sido invadido no ano passado - embora o portão do local tenha sido quebrado, itens do clube roubados e três jogadores agredidos: Wesley, Carlinhos e Michel Bastos.
"Cumpri todas as medidas cautelares, no bombeiro, com chegada e saída protocolada no fórum. Não descumpri a lei imposta pelo juiz. Antes de ir para Capivari comuniquei o meu advogado. Não falava no documento que eu não poderia ir ao sub 10, sub 11, sub 12, sub 13, sub 14, sub 15, sub 16, sub 17, sub 18. Não roubei bola, não roubei camisa , não agredi jogador , entrei e sai pela porta da frente do CT , não houve arrombamento. Mesmo não cometendo nenhum crime na qual estamos sendo acusado, pagamos o valor de 7.200 reais em juízo. Nosso protesto foi pacifico e legítimo. A imagem é nítida. Quem roubou e agrediu que pague pelos seus atos", dizia a publicação.
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