Cueva sua em treino e fecha a boca para brilhar em 2017
Peruano herda número de Paulo Henrique Ganso e corre atrás do tempo perdido para ficar logo à disposição de Rogério Ceni, na pré-temporada nos Estados Unidos
Fonte Globo Esporte
11 de Janeiro de 2017
Cueva participa de treino do São Paulo na pré-temporada, nos Estados Unidos (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net)
Abandonada desde a saída de Paulo Henrique Ganso, que deixou o São Paulo em julho do ano passado para jogar no Sevilla, a camisa 10 já tem novo dono: será do peruano Cueva, um dos poucos destaques da equipe na temporada 2016. O atleta vai debutar com o número no dia 19, contra o vencedor de River Plate (ARG) x Millonarios (COL), pelo Torneio da Flórida.
Feliz com o presente, Cueva corre contra o tempo para matar saudade da bola. Com uma complicação resultante de uma amigdalite, ele não se apresentou com o restante do elenco na semana passada, no CT da Barra Funda. Ficou em recuperação no Peru e só chegou a Bradenton, local da concentração tricolor nos Estados Unidos, na última segunda-feira. Desde então tem feito trabalhos físicos para atingir o nível dos companheiros.
Nesta quarta-feira, ele foi submetido ao teste de resistência comandado pelo preparador Zé Mário Campeiz. Nesse trabalho, é marcado um espaço no gramado e o atleta tem de correr de um lado para outro pelo maior tempo possível. Cícero fez a mesma atividade.
Além dos trabalhos em campo, Cueva também toma cuidado com a alimentação. Como o Tricolor conta uma nutricionista em solo americano, o peruano não pode comer tudo que tem vontade. O sacrifício vale à pena, ele é uma das principais apostas de Rogério Ceni para a temporada 2017.
Cueva certamente será titular da equipe, ou centralizado na armação do meio-campo, ou aberto pelo lado esquerdo, como atuou em alguns jogos do Campeonato Brasileiro do ano passado. O jogador, mesmo sem ter participado das atividades comandadas pelo novo técnico, vê os trabalhos com muito entusiasmo.
– É espetacular. É muita intensidade e isso faz um time ser competitivo. Tivemos uma conversa boa e desde o ano passado o Rogério já deixou muito claro a sua forma de trabalhar e o que espera de mim. Agora, meu esforço é para seguir tudo o que for programado para me adaptar o mais rapidamente ao que ele quer na parte física, tática, técnica e mental. Temos que sair campeões – afirmou o gringo ao site oficial da equipe do Morumbi.
Abandonada desde a saída de Paulo Henrique Ganso, que deixou o São Paulo em julho do ano passado para jogar no Sevilla, a camisa 10 já tem novo dono: será do peruano Cueva, um dos poucos destaques da equipe na temporada 2016. O atleta vai debutar com o número no dia 19, contra o vencedor de River Plate (ARG) x Millonarios (COL), pelo Torneio da Flórida.
Feliz com o presente, Cueva corre contra o tempo para matar saudade da bola. Com uma complicação resultante de uma amigdalite, ele não se apresentou com o restante do elenco na semana passada, no CT da Barra Funda. Ficou em recuperação no Peru e só chegou a Bradenton, local da concentração tricolor nos Estados Unidos, na última segunda-feira. Desde então tem feito trabalhos físicos para atingir o nível dos companheiros.
Nesta quarta-feira, ele foi submetido ao teste de resistência comandado pelo preparador Zé Mário Campeiz. Nesse trabalho, é marcado um espaço no gramado e o atleta tem de correr de um lado para outro pelo maior tempo possível. Cícero fez a mesma atividade.
Além dos trabalhos em campo, Cueva também toma cuidado com a alimentação. Como o Tricolor conta uma nutricionista em solo americano, o peruano não pode comer tudo que tem vontade. O sacrifício vale à pena, ele é uma das principais apostas de Rogério Ceni para a temporada 2017.
Cueva certamente será titular da equipe, ou centralizado na armação do meio-campo, ou aberto pelo lado esquerdo, como atuou em alguns jogos do Campeonato Brasileiro do ano passado. O jogador, mesmo sem ter participado das atividades comandadas pelo novo técnico, vê os trabalhos com muito entusiasmo.
– É espetacular. É muita intensidade e isso faz um time ser competitivo. Tivemos uma conversa boa e desde o ano passado o Rogério já deixou muito claro a sua forma de trabalhar e o que espera de mim. Agora, meu esforço é para seguir tudo o que for programado para me adaptar o mais rapidamente ao que ele quer na parte física, tática, técnica e mental. Temos que sair campeões – afirmou o gringo ao site oficial da equipe do Morumbi.
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