Para combater fraudes em jogos, Conmebol faz parceria com empresa suíça
Entidade anuncia contratação da Sportradar, que presta serviços para associações mundo afora e identifica possíveis irregularidades ligadas a arranjos de resultados
Fonte Globo Esporte
11 de Janeiro de 2017
Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol: "Um novo avanço na nossa cruzada" (Foto: Jorge Adorno/Reuters)
A Conmebol anunciou nesta quarta-feira a contratação da empresa suíça Sportradar. A intenção é prevenir, identificar e investigar diversas formas de fraude no futebol e tentar blindar suas competições. A empresa, que é especialista em análise de dados no esporte, tem mais de 800 clientes, segundo seu site oficial, e já presta serviços para entidades como a UEFA, AFC (Confederação de Futebol da Ásia), Concacaf, NBA, e várias outras ligas e associações de diferentes esportes pelo mundo.
De acordo com a Conmebol, o trabalho nos torneios sul-americanos serão feitos com base em três pilares: Implementação de sistema de detenção de fraudes, com monitoramento do mercado de apostas e tentativa de identificar arranjos de resultados em partidas; unidade de inteligência de fraudes, dedicada a processar todas as informações sobre possíveis ameaças ao esporte; e serviço de prevenção de fraudes, com medidas para educar e capacitar todos os personagens envolvidos no futebol.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, enalteceu a importância da parceria para o processo de renovação da entidade em todos os sentidos.
– Na nova Conmebol, assumimos com grande responsabilidade a nossa obrigação de zelar pela integridade do futebol, tanto no campo de jogo como em sua gestão. A contratação de uma empresa de nível mundial para prevenir, identificar e investigar diversas modalidades de fraude esportiva marca um novo avanço na nossa cruzada para fortalecer a transparência, garantir a justiça desportiva, promover valores do fair play e recuperar a confiança nas instituições de governança do futebol – declarou Alejandro.
Em recente entrevista ao SporTV, o dirigente máximo da Conmebol revelou que, antes da atual gestão, a entidade sequer pagava impostos e previdência social aos seus funcionários. Os últimos três presidentes da Confederação Sul-Americana de Futebol cumprem prisão domiciliar por envolvimento nos casos de corrupção do "Fifagate": os paraguaios Nicolas Leoz e Juan Ángel Napout, e o uruguaio Eugenio Figueredo.
A Conmebol anunciou nesta quarta-feira a contratação da empresa suíça Sportradar. A intenção é prevenir, identificar e investigar diversas formas de fraude no futebol e tentar blindar suas competições. A empresa, que é especialista em análise de dados no esporte, tem mais de 800 clientes, segundo seu site oficial, e já presta serviços para entidades como a UEFA, AFC (Confederação de Futebol da Ásia), Concacaf, NBA, e várias outras ligas e associações de diferentes esportes pelo mundo.
De acordo com a Conmebol, o trabalho nos torneios sul-americanos serão feitos com base em três pilares: Implementação de sistema de detenção de fraudes, com monitoramento do mercado de apostas e tentativa de identificar arranjos de resultados em partidas; unidade de inteligência de fraudes, dedicada a processar todas as informações sobre possíveis ameaças ao esporte; e serviço de prevenção de fraudes, com medidas para educar e capacitar todos os personagens envolvidos no futebol.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, enalteceu a importância da parceria para o processo de renovação da entidade em todos os sentidos.
– Na nova Conmebol, assumimos com grande responsabilidade a nossa obrigação de zelar pela integridade do futebol, tanto no campo de jogo como em sua gestão. A contratação de uma empresa de nível mundial para prevenir, identificar e investigar diversas modalidades de fraude esportiva marca um novo avanço na nossa cruzada para fortalecer a transparência, garantir a justiça desportiva, promover valores do fair play e recuperar a confiança nas instituições de governança do futebol – declarou Alejandro.
Em recente entrevista ao SporTV, o dirigente máximo da Conmebol revelou que, antes da atual gestão, a entidade sequer pagava impostos e previdência social aos seus funcionários. Os últimos três presidentes da Confederação Sul-Americana de Futebol cumprem prisão domiciliar por envolvimento nos casos de corrupção do "Fifagate": os paraguaios Nicolas Leoz e Juan Ángel Napout, e o uruguaio Eugenio Figueredo.
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