Ceni: símbolo de uma geração tricampeã
Goleiro prefere não se comparar a Zico e Falcão, mas faz parte da história
Fonte Globo Esporte
12 de Dezembro de 2008
Grandes times brasileiros que fizeram história sempre são lembrados por um jogador, que se torna símbolo de uma geração vitoriosa: Falcão, no Internacional , Zico, no Flamengo ... E seria natural dizer que Rogério Ceni é o representante do vitorioso grupo do São Paulo nos últimos anos. Modesto, o goleiro tricampeão prefere não se colocar em um pedestal tão alto, mas sabe do valor que sua geração tem para o clube paulista.
- Esses caras foram muito melhores do que eu. O Zico jogava com a 10, o Falcão com a 5 e eu com a 1. Até meu número é bem menor (risos). Mas esta é uma geração que eu fiz parte e que colocou o São Paulo como a equipe que mais venceu títulos nacionais, intercontinentais e nas Américas. Fazer parte disso é muito legal e espero conquistar mais coisas importantes - ressalta o goleiro.
Apesar de preferir não se colocar na posição de ícone tricolor, Ceni sabe de sua importância em todas as conquistas do clube nos últimos anos. Neste ano, no qual o São Paulo levou o sexto título nacional, ele jogou 67 das 71 partidas da temporada. E, como capitão, teve a função constante de motivar e nortear as emoções do grupo. Inclusive na partida final contra o Goiás , no Bezerrão. Ainda no vestiário, deixou o elenco pronto para ser campeão.
- Foi bacana. A incumbência de umas palavras antes de entrar em campo são minhas, e tentei me preparar bem para transmitir a todos o que eu sentia, o que eu desejava. Acho que consegui. Eles entraram motivados, obcecados pela conquista, a reza foi em um tom mais alto do que o costumeiro para a gente. Dentro do lado psicológico a minha contribuição foi dada, assim como o Muricy deu na parte técnica, e dentro do campo cada um fez sua parte. Todos são merecedores dessa conquista - complementa o ídolo são-paulino.
- Esses caras foram muito melhores do que eu. O Zico jogava com a 10, o Falcão com a 5 e eu com a 1. Até meu número é bem menor (risos). Mas esta é uma geração que eu fiz parte e que colocou o São Paulo como a equipe que mais venceu títulos nacionais, intercontinentais e nas Américas. Fazer parte disso é muito legal e espero conquistar mais coisas importantes - ressalta o goleiro.
Apesar de preferir não se colocar na posição de ícone tricolor, Ceni sabe de sua importância em todas as conquistas do clube nos últimos anos. Neste ano, no qual o São Paulo levou o sexto título nacional, ele jogou 67 das 71 partidas da temporada. E, como capitão, teve a função constante de motivar e nortear as emoções do grupo. Inclusive na partida final contra o Goiás , no Bezerrão. Ainda no vestiário, deixou o elenco pronto para ser campeão.
- Foi bacana. A incumbência de umas palavras antes de entrar em campo são minhas, e tentei me preparar bem para transmitir a todos o que eu sentia, o que eu desejava. Acho que consegui. Eles entraram motivados, obcecados pela conquista, a reza foi em um tom mais alto do que o costumeiro para a gente. Dentro do lado psicológico a minha contribuição foi dada, assim como o Muricy deu na parte técnica, e dentro do campo cada um fez sua parte. Todos são merecedores dessa conquista - complementa o ídolo são-paulino.
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