Negociação com São Paulo por Colmán está encerrada
Dirigente paraguaio afirma que operação não vai acontecer por falta de acordo em condição do pagamento. São Paulo fala em não entrar em leilão e vê tudo na mesma
Fonte Globo Esporte
22 de Dezembro de 2016
Vice-presidente do Nacional diz que negociação com São Paulo por Colmán está encerrada (Foto: AFP)
O vice-presidente do Nacional do Paraguai, Aldo Harrison, disse que a negociação com o São Paulo por Colmán está encerrada. O dirigente afirmou que os clubes trocaram propostas e contrapropostas, mas as condições do pagamento emperraram o acerto.
O Tricolor queria parcelar o montante de US$ 1,1 milhão (cerca de R$ 3,8 milhões) por 50% dos direitos econômicos, e os paraguaios pediam o valor à vista.
Nos bastidores, o São Paulo vê tudo igual na negociação e promete não entrar em leilão. A posição é de não mudar os valores oferecidos.
– Não há mais negociação. Eles fizeram uma oferta, nós demos uma contraproposta. Conversamos sobre uma proposta em que queríamos (o dinheiro) livre para Nacional e teria de ser à vista. Eles queriam parcelar em um ano. Não (há mais chance de ocorrer acordo) – disse Harrison, que afirma ter recebido oferta de outro clube brasileiro, cujo nome não revelou.
O empresário Odair dos Santos, investidor do 3 de Febrero, do Paraguai, clube detentor de 50% dos direitos de Colmán, lamentou a situação. Ele descreve versão corroborada pelo São Paulo nos bastidores, de que o acordo estava costurado na sexta-feira e seria sacramentado na segunda, quando o Nacional enviaria o documento para selar a transferência. A demora da resposta dos paraguaios irritou os brasileiros. Odair também confirma que havia um entendimento com Colmán para assinar contrato por quatro anos.
– Na segunda, o Aldo me disse que iria esperar porque tinha conversado com o jogador e com o tio do atleta. O atleta disse que queria jogar no São Paulo, mas que precisavam falar com o tio dele. Depois pediram um prazo ao São Paulo, que não queria mais esperar. Hoje (quinta) de manhã, o Aldo me falou que a operação não sai mais porque não entraram em consenso se seria à vista ou a prazo. O próprio Nacional mudou o posicionamento e depois tratou diretamente com o São Paulo. A informação que tenho é essa também, de que a operação não sai mais. Desconheço ofertas de outros clubes, a não ser a da Udinese (Itália). Fico chateado porque desde o início mantive minha palavra, mas cada um age como lhe convém – lamentou Odair, que classifica a negociação como desgastante.
Diante desse panorama, o São Paulo analisa alternativas. O clube continuará atrás de um centroavante, mesmo após acertar Neilton.
O vice-presidente do Nacional do Paraguai, Aldo Harrison, disse que a negociação com o São Paulo por Colmán está encerrada. O dirigente afirmou que os clubes trocaram propostas e contrapropostas, mas as condições do pagamento emperraram o acerto.
O Tricolor queria parcelar o montante de US$ 1,1 milhão (cerca de R$ 3,8 milhões) por 50% dos direitos econômicos, e os paraguaios pediam o valor à vista.
Nos bastidores, o São Paulo vê tudo igual na negociação e promete não entrar em leilão. A posição é de não mudar os valores oferecidos.
– Não há mais negociação. Eles fizeram uma oferta, nós demos uma contraproposta. Conversamos sobre uma proposta em que queríamos (o dinheiro) livre para Nacional e teria de ser à vista. Eles queriam parcelar em um ano. Não (há mais chance de ocorrer acordo) – disse Harrison, que afirma ter recebido oferta de outro clube brasileiro, cujo nome não revelou.
O empresário Odair dos Santos, investidor do 3 de Febrero, do Paraguai, clube detentor de 50% dos direitos de Colmán, lamentou a situação. Ele descreve versão corroborada pelo São Paulo nos bastidores, de que o acordo estava costurado na sexta-feira e seria sacramentado na segunda, quando o Nacional enviaria o documento para selar a transferência. A demora da resposta dos paraguaios irritou os brasileiros. Odair também confirma que havia um entendimento com Colmán para assinar contrato por quatro anos.
– Na segunda, o Aldo me disse que iria esperar porque tinha conversado com o jogador e com o tio do atleta. O atleta disse que queria jogar no São Paulo, mas que precisavam falar com o tio dele. Depois pediram um prazo ao São Paulo, que não queria mais esperar. Hoje (quinta) de manhã, o Aldo me falou que a operação não sai mais porque não entraram em consenso se seria à vista ou a prazo. O próprio Nacional mudou o posicionamento e depois tratou diretamente com o São Paulo. A informação que tenho é essa também, de que a operação não sai mais. Desconheço ofertas de outros clubes, a não ser a da Udinese (Itália). Fico chateado porque desde o início mantive minha palavra, mas cada um age como lhe convém – lamentou Odair, que classifica a negociação como desgastante.
Diante desse panorama, o São Paulo analisa alternativas. O clube continuará atrás de um centroavante, mesmo após acertar Neilton.
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