Cartola tricolor ironiza presença de Ronaldo no rival
Fonte Gazeta Esportiva
10 de Dezembro de 2008
A chegada do atacante Ronaldo ao Corinthians agitou o futebol mundial e acirrou ainda mais as provocações de bastidores entre o clube de Parque São Jorge e um de seus principais rivais, o São Paulo.
Nesta quarta-feira, o superintendente de Futebol do clube do Morumbi, Marco Aurélio Cunha, que compareceu ao Footecon no Rio de Janeiro, foi questionado a respeito da contratação do ‘Fenômeno’ pelo Corinthians. E abusou de suas já conhecidas ironias.
“O Corinthians mais uma vez veio na esteira do São Paulo, que trouxe o Adriano e também agitou o mundo do marketing. Essa também é uma grande jogada fora dos campos. Espero que dê certo dentro dele, pois torço muito pela pessoa do Ronaldo”.
O cartola são-paulino negou que o presidente do clube, Juvenal Juvêncio, tenha em seu planejamento para 2009 a contratação de um jogador que cause tanto furor no mercado quando a do ex-centroavante do Milan.
“Não pretendemos fazer qualquer loucura e contratações como essa do Ronaldo são extremamente caras. Passaram todo este ano pressionando e pedindo a chegada de um meia, mas não cedemos às pressões. O Muricy trabalhou o time para suprir essa ausência e o resultado todos viram no final”, concluiu.
Nesta quarta-feira, o superintendente de Futebol do clube do Morumbi, Marco Aurélio Cunha, que compareceu ao Footecon no Rio de Janeiro, foi questionado a respeito da contratação do ‘Fenômeno’ pelo Corinthians. E abusou de suas já conhecidas ironias.
“O Corinthians mais uma vez veio na esteira do São Paulo, que trouxe o Adriano e também agitou o mundo do marketing. Essa também é uma grande jogada fora dos campos. Espero que dê certo dentro dele, pois torço muito pela pessoa do Ronaldo”.
O cartola são-paulino negou que o presidente do clube, Juvenal Juvêncio, tenha em seu planejamento para 2009 a contratação de um jogador que cause tanto furor no mercado quando a do ex-centroavante do Milan.
“Não pretendemos fazer qualquer loucura e contratações como essa do Ronaldo são extremamente caras. Passaram todo este ano pressionando e pedindo a chegada de um meia, mas não cedemos às pressões. O Muricy trabalhou o time para suprir essa ausência e o resultado todos viram no final”, concluiu.
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