Organizadas de São Paulo propõem pacto de paz
Mais festa, nenhuma violência: com slogan pronto, presidentes de uniformizadas procuram Polícia Civil para encerrar brigas no futebol do estado
Fonte Globo Esporte
6 de Dezembro de 2016
Organizadas se encontraram em frente ao Pacaembu no último domingo (Foto: Diogo Venturelli)
As principais torcidas organizadas dos quatro grandes clubes de São Paulo firmaram um pacto de paz, para acabar com a violência no futebol do estado. Líderes das uniformizadas procuraram Elisabete Sato, diretora do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa), de maneira a dar um fim às constantes brigas entre rivais.
A ideia dos organizados é priorizar a festa nos estádios e deixar de lado a intolerância. No último domingo, representantes das principais torcidas foram à Praça Charles Miller, em frente ao Pacaembu, para demonstrar apoio à Chapecoense – lado a lado, sem qualquer registro de problemas.
– Fomos procurados por quatro presidentes de grandes torcidas, do Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos, nos propondo um pacto de paz. Esse pacto tem um slogan que me apresentaram: mais festa, nenhuma violência. Iniciamos hoje tratativas para que possamos, a partir do Campeonato Paulista, tentarmos atender a pretensão deles. Eles estão conversando há cerca de três meses, ocorreu essa fatalidade com a Chapecoense, que motivou a todos nós – explicou Sato, em entrevista à TV Bandeirantes.
– Eles fizeram um compromisso, vamos levar à Secretaria de Segurança, para saber se vamos conquistar a possibilidade das famílias irem aos estádios com filhos pequenos e esposas. Vou dar um crédito para eles, foram bastante sinceros e eu busquei contrapartidas. Hoje é um pontapé para que isso, no ano que vem, seja possível concretizarmos.
A ideia das organizadas é que o diálogo com o DHPP seja o início de uma conversa com o Ministério Público em relação à paz no futebol paulista. A ideia das torcidas é fazer campanhas preventivas, conscientizar os próprios sócios e controlar melhor os atos de cada um.
Neste ano, os clássicos no estado de São Paulo passaram a ser realizados com torcida única, justamente para diminuir a violência. O fato foi consumado após um homem ter sido morto em abril, em uma estação de trem em São Paulo, antes de uma partida entre Palmeiras e Corinthians.
As principais torcidas organizadas dos quatro grandes clubes de São Paulo firmaram um pacto de paz, para acabar com a violência no futebol do estado. Líderes das uniformizadas procuraram Elisabete Sato, diretora do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa), de maneira a dar um fim às constantes brigas entre rivais.
A ideia dos organizados é priorizar a festa nos estádios e deixar de lado a intolerância. No último domingo, representantes das principais torcidas foram à Praça Charles Miller, em frente ao Pacaembu, para demonstrar apoio à Chapecoense – lado a lado, sem qualquer registro de problemas.
– Fomos procurados por quatro presidentes de grandes torcidas, do Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos, nos propondo um pacto de paz. Esse pacto tem um slogan que me apresentaram: mais festa, nenhuma violência. Iniciamos hoje tratativas para que possamos, a partir do Campeonato Paulista, tentarmos atender a pretensão deles. Eles estão conversando há cerca de três meses, ocorreu essa fatalidade com a Chapecoense, que motivou a todos nós – explicou Sato, em entrevista à TV Bandeirantes.
– Eles fizeram um compromisso, vamos levar à Secretaria de Segurança, para saber se vamos conquistar a possibilidade das famílias irem aos estádios com filhos pequenos e esposas. Vou dar um crédito para eles, foram bastante sinceros e eu busquei contrapartidas. Hoje é um pontapé para que isso, no ano que vem, seja possível concretizarmos.
A ideia das organizadas é que o diálogo com o DHPP seja o início de uma conversa com o Ministério Público em relação à paz no futebol paulista. A ideia das torcidas é fazer campanhas preventivas, conscientizar os próprios sócios e controlar melhor os atos de cada um.
Neste ano, os clássicos no estado de São Paulo passaram a ser realizados com torcida única, justamente para diminuir a violência. O fato foi consumado após um homem ter sido morto em abril, em uma estação de trem em São Paulo, antes de uma partida entre Palmeiras e Corinthians.
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