Presidente do São Paulo diz que novo estatuto traz mais transparência e evolução
Texto final foi aprovado por unanimidade no Conselho e será submetido à assembleia de sócios. Presidente do Tricolor vê mais rigor para gestão tomar atitudes
Fonte Globo Esporte
17 de Novembro de 2016
O novo estatuto do São Paulo depende da aprovação dos associados em uma assembleia geral a ser convocada para o dia 3 de dezembro para entrar em vigor. Na última quarta-feira, 150 conselheiros foram unânimes ao dizer "sim" para o documento, que, na visão do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, é um passo adiante para o clube.
– É certamente uma evolução a modernização do estatuto, com uma participação plural dos associados na sua elaboração. Uma modernização na própria gestão, com uma participação maior, uma exigência de transparência e respeito às normas orçamentárias. Enfim, muitas coisas que avançam mas que também podem representar, de certa maneira, em algum aspecto, um engessamento de coisas que foram feitas ao longo da história porque não havia esse rigor e cuidado para tudo ser feito de forma rigorosamente transparente e responsável – disse.
Antes da reunião do Conselho, o voto aberto ou fechado dividia os bastidores do clube. A oposição dizia ter uma lista com 70 conselheiros favoráveis ao voto secreto no novo estatuto, que mantém a escolha para presidente nominal e aberta. Os opositores continuam adeptos ao voto fechado e esperam que a questão seja reavaliada, mesmo após a assembleia geral dos sócios.
Diante dessas e outras divergências, Leco admitiu surpresa com a unanimidade pelo "sim". Ele também se posicionou favorável ao voto aberto e confirmou o estudo de viabilidade sobre voto direto do sócio e do sócio-torcedor nas eleições para presidente, no prazo de um ano.
Alguns dos principais pontos do novo estatuto são a criação de um Conselho de Administração, o fim da reeleição dos presidentes, agora com mandato único de três anos, a criação de uma diretoria profissional remunerada, com três a nove integrantes, o fim dos vice-presidentes amadores, e a mudança da data da eleição de abril para dezembro. Todas as mudanças, no entanto, só serão válidas a partir de abril de 2017, com a nova diretoria eleita, caso o estatuto seja aprovado.
– É certamente uma evolução a modernização do estatuto, com uma participação plural dos associados na sua elaboração. Uma modernização na própria gestão, com uma participação maior, uma exigência de transparência e respeito às normas orçamentárias. Enfim, muitas coisas que avançam mas que também podem representar, de certa maneira, em algum aspecto, um engessamento de coisas que foram feitas ao longo da história porque não havia esse rigor e cuidado para tudo ser feito de forma rigorosamente transparente e responsável – disse.
Antes da reunião do Conselho, o voto aberto ou fechado dividia os bastidores do clube. A oposição dizia ter uma lista com 70 conselheiros favoráveis ao voto secreto no novo estatuto, que mantém a escolha para presidente nominal e aberta. Os opositores continuam adeptos ao voto fechado e esperam que a questão seja reavaliada, mesmo após a assembleia geral dos sócios.
Diante dessas e outras divergências, Leco admitiu surpresa com a unanimidade pelo "sim". Ele também se posicionou favorável ao voto aberto e confirmou o estudo de viabilidade sobre voto direto do sócio e do sócio-torcedor nas eleições para presidente, no prazo de um ano.
Alguns dos principais pontos do novo estatuto são a criação de um Conselho de Administração, o fim da reeleição dos presidentes, agora com mandato único de três anos, a criação de uma diretoria profissional remunerada, com três a nove integrantes, o fim dos vice-presidentes amadores, e a mudança da data da eleição de abril para dezembro. Todas as mudanças, no entanto, só serão válidas a partir de abril de 2017, com a nova diretoria eleita, caso o estatuto seja aprovado.
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