Mudança estatutária marca novo round entre Abilio e cúpula do São Paulo
Fonte Blog do Perrone
16 de Novembro de 2016
A votação de mudanças no estatuto do São Paulo nesta quarta marca um novo round na disputa entre Abilio Diniz e a diretoria do clube. Os dias que antecederam ao pleito foram de trocas de disparos nos bastidores entre aliados do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e do empresário.
Os situacionistas enxergam Diniz como quem quer aproveitar as mudanças estatutárias para se aproximar do poder no clube, algo que ele nega ter interesse. Para comprovar essa tese, a situação usa a proposta feita pelo empresário para que qualquer sócio pudesse lançar chapa para concorrer à presidência. Pelo modelo atual, só conselheiros têm o direito de tentar ocupar o cargo máximo no clube. Abilio não é conselheiro, apenas associado, assim, se sua sugestão fosse aprovada ele poderia lançar uma chapa. Porém, a ideia foi descartada e ficou fora do pacote de mudanças que será votado.
Por sua vez, via assessoria de imprensa, o empresário nega que tenha interesse em ser presidente ou que tenha feito a proposta para poder lançar alguém de sua confiança. Afirma que os sócios são os donos do clube, então é justo que possam disputar a eleição. A única intenção da medida proposta foi, segundo sustenta, fortalecer o associado.
Os aliados de Abilio também se queixam de que a diretoria o ataca nos bastidores gratuitamente e que não enaltece mudanças propostas por ele e aprovadas pela comissão que preparou o texto a ser votado. É o caso da criação do Conselho de Administração, órgão que irá auxiliar a diretoria na definição de metas, além de fiscalizar seu trabalho. As pessoas ligadas ao empresário afirmam que o novo modelo é igual ao que ele sugeriu, mas que a diretoria trocou o nome Comex (Comitê Executivo), apenas para descaracterizar a sugestão de Abilio.
Já os situacionistas declaram que o modelo proposto pelo empresário era igual ao usado no Santos e que é permanente criticado pelos cartolas santistas principalmente por tornar lentas as decisões da diretoria. O sistema que será votado tem o objetivo de permitir maior agilidade ao presidente.
Outra reclamação dos que defendem Abilio é de que a diretoria o deveria tratar como alguém que ajuda o São Paulo, reconhecendo colaborações como o pagamento para a empresa contratada para fazer uma auditoria no Morumbi.
Mas a situação enxerga o empresário por trás da maioria dos movimentos importantes feitos pela oposição contra a gestão de Leco.
Esse clima de conflito deve aumentar com a sugestão feita por Abilio em seu blog no UOL Esporte para que seja criado um conselho de administração provisório logo após a aprovação das mudanças. O grupo prepararia a transição para as novas regras antes da eleição presidencial do ano que vem.
Os situacionistas enxergam Diniz como quem quer aproveitar as mudanças estatutárias para se aproximar do poder no clube, algo que ele nega ter interesse. Para comprovar essa tese, a situação usa a proposta feita pelo empresário para que qualquer sócio pudesse lançar chapa para concorrer à presidência. Pelo modelo atual, só conselheiros têm o direito de tentar ocupar o cargo máximo no clube. Abilio não é conselheiro, apenas associado, assim, se sua sugestão fosse aprovada ele poderia lançar uma chapa. Porém, a ideia foi descartada e ficou fora do pacote de mudanças que será votado.
Por sua vez, via assessoria de imprensa, o empresário nega que tenha interesse em ser presidente ou que tenha feito a proposta para poder lançar alguém de sua confiança. Afirma que os sócios são os donos do clube, então é justo que possam disputar a eleição. A única intenção da medida proposta foi, segundo sustenta, fortalecer o associado.
Os aliados de Abilio também se queixam de que a diretoria o ataca nos bastidores gratuitamente e que não enaltece mudanças propostas por ele e aprovadas pela comissão que preparou o texto a ser votado. É o caso da criação do Conselho de Administração, órgão que irá auxiliar a diretoria na definição de metas, além de fiscalizar seu trabalho. As pessoas ligadas ao empresário afirmam que o novo modelo é igual ao que ele sugeriu, mas que a diretoria trocou o nome Comex (Comitê Executivo), apenas para descaracterizar a sugestão de Abilio.
Já os situacionistas declaram que o modelo proposto pelo empresário era igual ao usado no Santos e que é permanente criticado pelos cartolas santistas principalmente por tornar lentas as decisões da diretoria. O sistema que será votado tem o objetivo de permitir maior agilidade ao presidente.
Outra reclamação dos que defendem Abilio é de que a diretoria o deveria tratar como alguém que ajuda o São Paulo, reconhecendo colaborações como o pagamento para a empresa contratada para fazer uma auditoria no Morumbi.
Mas a situação enxerga o empresário por trás da maioria dos movimentos importantes feitos pela oposição contra a gestão de Leco.
Esse clima de conflito deve aumentar com a sugestão feita por Abilio em seu blog no UOL Esporte para que seja criado um conselho de administração provisório logo após a aprovação das mudanças. O grupo prepararia a transição para as novas regras antes da eleição presidencial do ano que vem.
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