Pensando no futuro, São Paulo tenta manter maior parte dos direitos econômicos de promessas da base
Fonte 90min
30 de Outubro de 2016
?É comum ver jogadores que tem seus direitos econômicos fatiados entre clubes, empresários, grupos e até os próprios atletas. A Fifa proibiu essa prática em maio de 2015, permitindo que apenas as agremiações e os profissionais fossem donos dos próprios passes. Pensando em lucros futuros, o São Paulo vem tentando seguir a regra à risca.
O clube do Morumbi possui integral ou quase integralmente os direitos econômicos de suas principais revelações das categorias de base. David Neres, nome com maior destaque da atual geração, pertence inteiramente ao São Paulo. Lucas Fernandes tem 95% dos direitos ligados ao time, enquanto Pedro tem 90%.
Lyanco, que está há mais tempo no elenco principal, tinha 50% dos direitos econômicos pertencentes ao clube, mas o Tricolor adquiriu outros 30% e atualmente detém 80%. Luiz Araújo é o de menor porcentagem, com 70%. A intenção do São Paulo é lucrar com futuras transferências para o exterior.
De acordo com o site ?UOL Esporte, não foi só apenas em relação aos direitos econômicos que o São Paulo mudou a política de tratamento com as revelações da Cotia. Antes, os jovens jogadores chegavam ao grupo principal com salários e luvas altos. Atualmente, o clube estabeleceu um teto salarial no primeiro contrato profissional de R$ 8 mil.
O clube do Morumbi possui integral ou quase integralmente os direitos econômicos de suas principais revelações das categorias de base. David Neres, nome com maior destaque da atual geração, pertence inteiramente ao São Paulo. Lucas Fernandes tem 95% dos direitos ligados ao time, enquanto Pedro tem 90%.
Lyanco, que está há mais tempo no elenco principal, tinha 50% dos direitos econômicos pertencentes ao clube, mas o Tricolor adquiriu outros 30% e atualmente detém 80%. Luiz Araújo é o de menor porcentagem, com 70%. A intenção do São Paulo é lucrar com futuras transferências para o exterior.
De acordo com o site ?UOL Esporte, não foi só apenas em relação aos direitos econômicos que o São Paulo mudou a política de tratamento com as revelações da Cotia. Antes, os jovens jogadores chegavam ao grupo principal com salários e luvas altos. Atualmente, o clube estabeleceu um teto salarial no primeiro contrato profissional de R$ 8 mil.
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