Ricardo Gomes explica ausência de Michel "Não está desenvolvendo"
Rendimento de meia cai após agressão da torcida no CT do São Paulo, no final de agosto. Diretoria enxerga atleta como moeda de troca para o próximo ano
Fonte Globo Esporte
14 de Outubro de 2016
Michel Bastos não foi relacionado para o clássico contra o Santos (Foto: Marcelo Hazan)
A ausência de Michel Bastos até do banco de reservas do São Paulo na derrota por 1 a 0 para o Santos foi motivo de questionamento ao técnico Ricardo Gomes. De acordo com o técnico, ele sequer foi relacionado por uma opção própria, pois o meia está abaixo fisicamente.
– Eu acho que ele teve mais uma chance, mas ainda não recuperou a parte física. Ele depende da parte física, tem muita potencial, mas ainda não está desenvolvendo o que esperamos – disse Ricardo Gomes, na entrevista coletiva após a derrota para o Santos, por 1 a 0, no Pacaembu.
O rendimento do meia caiu principalmente após a invasão de torcedores organizados ao CT do Tricolor, em 27 de agosto, quando ele, Carlinhos e Wesley foram agredidos. Michel Bastos participou de quatro dos onze jogos que o São Paulo disputou desde então. Neste período, ele treinou normalmente e não teve lesões.
Nos bastidores do clube, o camisa 7 é tratado como moeda de troca para 2017. A probabilidade de Michel seguir no Tricolor em 2017 é bem pequena. A ideia da diretoria é envolvê-lo em alguma negociação por algum jogador de peso.
A ausência de Michel Bastos até do banco de reservas do São Paulo na derrota por 1 a 0 para o Santos foi motivo de questionamento ao técnico Ricardo Gomes. De acordo com o técnico, ele sequer foi relacionado por uma opção própria, pois o meia está abaixo fisicamente.
– Eu acho que ele teve mais uma chance, mas ainda não recuperou a parte física. Ele depende da parte física, tem muita potencial, mas ainda não está desenvolvendo o que esperamos – disse Ricardo Gomes, na entrevista coletiva após a derrota para o Santos, por 1 a 0, no Pacaembu.
O rendimento do meia caiu principalmente após a invasão de torcedores organizados ao CT do Tricolor, em 27 de agosto, quando ele, Carlinhos e Wesley foram agredidos. Michel Bastos participou de quatro dos onze jogos que o São Paulo disputou desde então. Neste período, ele treinou normalmente e não teve lesões.
Nos bastidores do clube, o camisa 7 é tratado como moeda de troca para 2017. A probabilidade de Michel seguir no Tricolor em 2017 é bem pequena. A ideia da diretoria é envolvê-lo em alguma negociação por algum jogador de peso.
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