[SPFC.Net] Demitido, Gustavo Vieira enfureceu vários jogadores do Tricolor
Fonte SPFC.Net
9 de Setembro de 2016
A saída de Gustavo Vieira de Oliveira da diretoria-executiva de futebol do São Paulo deve garantir um clima de paz no CT da Barra Funda. É que vários atletas andavam revoltados com a forma como o funcionário demitido lidou com uma série de decisões nas últimas semanas.
Michel Bastos, Rodrigo Caio e Lucão eram alguns dos mais decepcionados. É que o trio recebeu propostas do exterior e pediu para ser negociado, mas Gustavo recusou. E com requintes de crueldade. Lucão, por exemplo, estava acertado com o Dínamo Zagreb, mas o dirigente parou de atender às ligações dos croatas, que desistiram do acordo.
Rodrigo Caio também conseguiu fazer o Sevilla aumentar a proposta para um valor muito próximo pedido pelo Sevilla. No fim, Gustavo vetou os espanhóis e tentou empurrar o zagueiro para o Hamburgo, algo fora dos planos do campeão olímpico com a seleção brasileira.
O caso de Michel Bastos é tão complicado quanto. Antes de ser agredido por vândalos no CT da Barra Funda, o meia recebeu uma oferta do futebol francês, onde já atuou. O negócio renderia um bom dinheiro ao Tricolor. Michel avisou que queria sair, mas não foi escutado.
Gustavo também queimou seu filme com outros atletas do Tricolor por seu jeito ríspido no dia a dia. O diretor demitido conseguiu se desentender até com pessoas da diretoria com quem tinha excelente relacionamento há anos, como Francisco Manssur, vice-presidente de comunicação e marketing. Eles chegaram a ser sócios em um escritório de advocacia.
O cartola ganhava R$ 120 mil por mês de salário, valor considerado absurdo por conselheiros do Tricolor. Detalhe: no acordo inicial, o dirigente ainda ganharia bônus de 3% em cima das negociações de atletas, o que não vingou.
Michel Bastos, Rodrigo Caio e Lucão eram alguns dos mais decepcionados. É que o trio recebeu propostas do exterior e pediu para ser negociado, mas Gustavo recusou. E com requintes de crueldade. Lucão, por exemplo, estava acertado com o Dínamo Zagreb, mas o dirigente parou de atender às ligações dos croatas, que desistiram do acordo.
Rodrigo Caio também conseguiu fazer o Sevilla aumentar a proposta para um valor muito próximo pedido pelo Sevilla. No fim, Gustavo vetou os espanhóis e tentou empurrar o zagueiro para o Hamburgo, algo fora dos planos do campeão olímpico com a seleção brasileira.
O caso de Michel Bastos é tão complicado quanto. Antes de ser agredido por vândalos no CT da Barra Funda, o meia recebeu uma oferta do futebol francês, onde já atuou. O negócio renderia um bom dinheiro ao Tricolor. Michel avisou que queria sair, mas não foi escutado.
Gustavo também queimou seu filme com outros atletas do Tricolor por seu jeito ríspido no dia a dia. O diretor demitido conseguiu se desentender até com pessoas da diretoria com quem tinha excelente relacionamento há anos, como Francisco Manssur, vice-presidente de comunicação e marketing. Eles chegaram a ser sócios em um escritório de advocacia.
O cartola ganhava R$ 120 mil por mês de salário, valor considerado absurdo por conselheiros do Tricolor. Detalhe: no acordo inicial, o dirigente ainda ganharia bônus de 3% em cima das negociações de atletas, o que não vingou.
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