Ricardo Gomes é intimado a depor sobre invasão ao CT do São Paulo
Técnico prestará depoimento na Polícia Civil na tarde desta segunda-feira sobre invasão ao local de treino do Tricolor ocorrida no último dia 27 de agosto
Fonte globoesporte.com
5 de Setembro de 2016
Ricardo Gomes, no treino do São Paulo nesta segunda-feira (Foto: Ana Luiza Rosa / saopaulofc.net)
O técnico Ricardo Gomes, do São Paulo, foi intimado a depor na Polícia Civil, na tarde desta segunda-feira, para falar sobre a invasão ao CT da Barra Funda, ocorrida no último dia 27 de agosto.
Na ocasião, ele comandava um treino fechado no local, invadido por torcedores que agrediram Wesley, Michel Bastos e Carlinhos, e roubaram objetos do clube. No dia da invasão, uma pessoa foi presa em flagrante, por furtar uma bola: Iraldo Barreto dos Santos Junior confessou o crime e foi levado ao 91º DP.
O depoimento de Ricardo Gomes será às 14h desta segunda-feira no Drade (Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva). A delegada titular Margarete Barreto, responsável pela investigação, quer ouvir o treinador sobre a invasão.
Na semana passada, quatro integrantes da maior organizada do São Paulo, presente na invasão, prestaram depoimento na Polícia Civil e foram liberados. Foram ouvidos Henrique Gomes, o Baby (presidente da organizada), Alan Aquino de Souza (diretor da torcida), Genildo da Silva (vice-presidente), e Ricardo Maia, presidente do conselho da torcida. Pelo menos três deles aparecem nas imagens.
Posteriormente, mais três integrantes de organizada foram identificados. Funcionários do Tricolor foram chamados nos últimos dias para dar suas versões sobre o ocorrido.
No dia da invasão, Ricardo Gomes foi poupado pelos torcedores. Alguns o abordaram dizendo que ele assumiu uma "bucha" e cobraram os jogadores sobre um possível rebaixamento no Brasileirão. O treinador respondeu aos torcedores que o time iria reverter o quadro. Membros da comissão técnica com anos de experiência no futebol afirmaram nunca ter vivido algo parecido com a invasão ao CT da Barra Funda.
Paralelamente à investigação da Polícia Civil, o São Paulo fez uma sindicância interna e concluiu que nenhum funcionário facilitou a entrada dos invasores no CT da Barra Funda. O clube quer uma apuração da Polícia Militar para saber o motivo pelo qual o efetivo de viaturas do Choque foi reduzido perto do momento da invasão. Isso porque na sexta-feira, véspera do protesto, fez pedido de reforço na segurança ao Choque e recebeu sinal positivo.
O técnico Ricardo Gomes, do São Paulo, foi intimado a depor na Polícia Civil, na tarde desta segunda-feira, para falar sobre a invasão ao CT da Barra Funda, ocorrida no último dia 27 de agosto.
Na ocasião, ele comandava um treino fechado no local, invadido por torcedores que agrediram Wesley, Michel Bastos e Carlinhos, e roubaram objetos do clube. No dia da invasão, uma pessoa foi presa em flagrante, por furtar uma bola: Iraldo Barreto dos Santos Junior confessou o crime e foi levado ao 91º DP.
O depoimento de Ricardo Gomes será às 14h desta segunda-feira no Drade (Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva). A delegada titular Margarete Barreto, responsável pela investigação, quer ouvir o treinador sobre a invasão.
Na semana passada, quatro integrantes da maior organizada do São Paulo, presente na invasão, prestaram depoimento na Polícia Civil e foram liberados. Foram ouvidos Henrique Gomes, o Baby (presidente da organizada), Alan Aquino de Souza (diretor da torcida), Genildo da Silva (vice-presidente), e Ricardo Maia, presidente do conselho da torcida. Pelo menos três deles aparecem nas imagens.
Posteriormente, mais três integrantes de organizada foram identificados. Funcionários do Tricolor foram chamados nos últimos dias para dar suas versões sobre o ocorrido.
No dia da invasão, Ricardo Gomes foi poupado pelos torcedores. Alguns o abordaram dizendo que ele assumiu uma "bucha" e cobraram os jogadores sobre um possível rebaixamento no Brasileirão. O treinador respondeu aos torcedores que o time iria reverter o quadro. Membros da comissão técnica com anos de experiência no futebol afirmaram nunca ter vivido algo parecido com a invasão ao CT da Barra Funda.
Paralelamente à investigação da Polícia Civil, o São Paulo fez uma sindicância interna e concluiu que nenhum funcionário facilitou a entrada dos invasores no CT da Barra Funda. O clube quer uma apuração da Polícia Militar para saber o motivo pelo qual o efetivo de viaturas do Choque foi reduzido perto do momento da invasão. Isso porque na sexta-feira, véspera do protesto, fez pedido de reforço na segurança ao Choque e recebeu sinal positivo.
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