Associados elegem proposta de reforma de estatuto social do São Paulo
Fonte UOL
6 de Agosto de 2016
Foto: Gabriela Di Bella-18.jan.2016/Folhapress
Em assembleia geral de sócios, o São Paulo aprovou neste sábado o início do processo de elaboração de um novo estatuto. O voto "SIM", que venceu a disputa, ratifica as alterações estatutárias feitas desde 2003, que eram alvo de uma ação judicial que tramita atualmente no STF.
No final, com 1436 votantes. o SIM levou 865 votos e o NÃO, 564. 7 votaram nulo.
A opção "NÃO", derrotada, manteria a situação estatutária e deixaria a decisão sobre sua validade nas mãos da Justiça.
Com a vitória do "sim", será instaurada uma comissão de sistematização, que será composta por nove membros, tendo em seus quadros conselheiros e associados de diferentes áreas do clube. Essa comissão tem a promessa de analisar e filtrar sugestões livremente apresentadas pelos sócios para o novo estatuto.
Depois disso, as sugestões escolhidas serão encaminhadas a outras duas comissões, uma chamada comissão de legislação e uma comissão de reforma estatutária. Em seguida há a promessa de um novo projeto de estatuto social do clube.
Esse projeto precisa então ser aprovado pelo conselho deliberativo; caso isso ocorra, será convocada uma nova assembleia geral de sócios, que também precisa aprovar – só então ele entra em vigor. Leco e a diretoria terão em tese pouca influência sobre esse processo, que deve levar 120 dias.
Se concluído todo esse procedimento, será a primeira vez desde 1937 que o São Paulo tem uma reforma de estatuto aprovada em assembleia geral de sócios. A ideia chegou a ser sugerida por aliados a Juvenal Juvêncio, que sempre a rejeitou.
Em assembleia geral de sócios, o São Paulo aprovou neste sábado o início do processo de elaboração de um novo estatuto. O voto "SIM", que venceu a disputa, ratifica as alterações estatutárias feitas desde 2003, que eram alvo de uma ação judicial que tramita atualmente no STF.
No final, com 1436 votantes. o SIM levou 865 votos e o NÃO, 564. 7 votaram nulo.
A opção "NÃO", derrotada, manteria a situação estatutária e deixaria a decisão sobre sua validade nas mãos da Justiça.
Com a vitória do "sim", será instaurada uma comissão de sistematização, que será composta por nove membros, tendo em seus quadros conselheiros e associados de diferentes áreas do clube. Essa comissão tem a promessa de analisar e filtrar sugestões livremente apresentadas pelos sócios para o novo estatuto.
Depois disso, as sugestões escolhidas serão encaminhadas a outras duas comissões, uma chamada comissão de legislação e uma comissão de reforma estatutária. Em seguida há a promessa de um novo projeto de estatuto social do clube.
Esse projeto precisa então ser aprovado pelo conselho deliberativo; caso isso ocorra, será convocada uma nova assembleia geral de sócios, que também precisa aprovar – só então ele entra em vigor. Leco e a diretoria terão em tese pouca influência sobre esse processo, que deve levar 120 dias.
Se concluído todo esse procedimento, será a primeira vez desde 1937 que o São Paulo tem uma reforma de estatuto aprovada em assembleia geral de sócios. A ideia chegou a ser sugerida por aliados a Juvenal Juvêncio, que sempre a rejeitou.
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