Votação no São Paulo causa guerra interna e ameaças de todos os lados
Fonte Blog Jorge Nicola
6 de Agosto de 2016
Adeus de Edgardo Bauza, cinco jogos sem vitória, dificuldade em encontrar um novo técnico… todos esses assuntos, extremamente importantes no dia a dia do São Paulo, ficaram em segundo plano nesta semana. No Morumbi, só se fala da assembleia marcada para este sábado, das 9h às 14h, que permitirá aos sócios votarem a favor ou contra a reforma do estatuto do clube.
A polêmica se dá porque o presidente Leco incluiu na votação a ratificação de todos os atos administrativos desde 2003. Desta maneira, o sócio que optar pelo “sim” autorizará a mudança no estatuto que permitiu a Juvenal Juvêncio o terceiro mandato - na oportunidade, o então presidente se reelegeu sem o aval da assembleia geral.
Há, inclusive, uma ação tramitando no STF (Superior Tribunal Federal), em Brasília, que deve ser julgada em definitivo a favor dos autores, ignorando todas as medidas administrativas tomadas nos últimos 12 anos.
Leco tem trabalhado fortemente nos bastidores para garantir que o “sim” vence neste sábado. De acordo com opositores, ele ameaçou até renunciar à presidência em caso de derrota. A turma do “não” também reclama do uso da máquina, alegando que o presidente convocou todos os diretores e assessores para votarem - seriam mais de 600 adesões.
A oposição ganhou reforços importantes nos últimos dias, como Marco Aurélio Cunha, Luiz Cunha, Fernando Casal del Rey, entre outros. Porém, a tendência é de que a ideia da reforma estatutária seja aprovada. Neste caso, os sócios seriam convidados a darem sugestões nos próximos 120 dias para a criação de um novo código.
A polêmica se dá porque o presidente Leco incluiu na votação a ratificação de todos os atos administrativos desde 2003. Desta maneira, o sócio que optar pelo “sim” autorizará a mudança no estatuto que permitiu a Juvenal Juvêncio o terceiro mandato - na oportunidade, o então presidente se reelegeu sem o aval da assembleia geral.
Há, inclusive, uma ação tramitando no STF (Superior Tribunal Federal), em Brasília, que deve ser julgada em definitivo a favor dos autores, ignorando todas as medidas administrativas tomadas nos últimos 12 anos.
Leco tem trabalhado fortemente nos bastidores para garantir que o “sim” vence neste sábado. De acordo com opositores, ele ameaçou até renunciar à presidência em caso de derrota. A turma do “não” também reclama do uso da máquina, alegando que o presidente convocou todos os diretores e assessores para votarem - seriam mais de 600 adesões.
A oposição ganhou reforços importantes nos últimos dias, como Marco Aurélio Cunha, Luiz Cunha, Fernando Casal del Rey, entre outros. Porém, a tendência é de que a ideia da reforma estatutária seja aprovada. Neste caso, os sócios seriam convidados a darem sugestões nos próximos 120 dias para a criação de um novo código.
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