[SPFC.Net] Alto salário dificulta negociação do São Paulo com Villas-Boas
Fonte SPFC.Net
3 de Agosto de 2016
André Villas-Boas está desempregado desde o fim de maio, após deixar o Zenit, da Rússia
O português André Villas-Boas está nos planos do São Paulo há pelo menos quatro anos. Em 2012 e 2015, o Tricolor chegou a fazer proposta oficial ao treinador, porém, o fato de ele estar empregado nas duas oportunidades impediu o acerto. No ano passado, inclusive, Villas-Boas comandava o Zenit.
Hoje, não há mais esse problema, já que o português deixou o clube russo no fim de maio. O impedimento atual tem a ver com a condição financeira. Villas-Boas gosta da ideia de trabalhar no Brasil, porém, insiste em receber pelo menos R$ 700 mil por mês de salário.
Já o presidente são-paulino Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, autorizou um salário máximo de R$ 350 mil de salário por mês ao novo comandante. Um dos incentivadores da ideia de seguir contando com técnicos estrangeiros, o diretor-executivo do Tricolor, Gustavo Vieira de Oliveira, tenta convencer o português a baixar a pedida.
O fato de ser português também ajuda por causa da língua. Ao contrário de Juan Carlos Osorio e Edgardo Bauza, que falam espanhol, Villas-Boas não teria esse entrave no dia a dia com o restante do elenco.
O treinador, da escola de José Mourinho, já passou por Porto, Chelsea, Tottenham e Zenit. Em suas andanças pela Europa, chegou a comandar o zagueiro Maicon no Porto. Consultado, Maicon fez inúmeros elogios ao português.
Nos últimos dias, desde a saída de Bauza para a seleção argentina, vários treinadores já se ofereceram, entre eles Dunga, ex-comandante da seleção, Vanderlei Luxemburgo, desempregado após deixar o Tianjin Quanjian, e Abel Braga, que alega ter uma dívida de gratidão com o Tricolor, após ter recusado vários convites.
O português André Villas-Boas está nos planos do São Paulo há pelo menos quatro anos. Em 2012 e 2015, o Tricolor chegou a fazer proposta oficial ao treinador, porém, o fato de ele estar empregado nas duas oportunidades impediu o acerto. No ano passado, inclusive, Villas-Boas comandava o Zenit.
Hoje, não há mais esse problema, já que o português deixou o clube russo no fim de maio. O impedimento atual tem a ver com a condição financeira. Villas-Boas gosta da ideia de trabalhar no Brasil, porém, insiste em receber pelo menos R$ 700 mil por mês de salário.
Já o presidente são-paulino Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, autorizou um salário máximo de R$ 350 mil de salário por mês ao novo comandante. Um dos incentivadores da ideia de seguir contando com técnicos estrangeiros, o diretor-executivo do Tricolor, Gustavo Vieira de Oliveira, tenta convencer o português a baixar a pedida.
O fato de ser português também ajuda por causa da língua. Ao contrário de Juan Carlos Osorio e Edgardo Bauza, que falam espanhol, Villas-Boas não teria esse entrave no dia a dia com o restante do elenco.
O treinador, da escola de José Mourinho, já passou por Porto, Chelsea, Tottenham e Zenit. Em suas andanças pela Europa, chegou a comandar o zagueiro Maicon no Porto. Consultado, Maicon fez inúmeros elogios ao português.
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