Na justiça, CET cobra R$ 25 milhões dos quatro principais clubes do futebol paulista
Fonte Uol Esportes
9 de Julho de 2016
Torcida do São Paulo lota os arredores do Morumbi e faz festa antes de jogo contra o Atlético Nacional (COL) pelas semifinais da Copa Libertadores da América
Nos últimos dias, os quatro principais clubes do futebol paulista foram alvo de cobranças judiciais que podem trazer prejuízo milionário: a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) moveu ações sucessivas que cobram , somadas, cerca de R$ 25 milhões de São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos.
O alto valor é referente a serviços de orientação e minimização de impacto no trânsito em partidas de futebol entre 2006 e 2015. O São Paulo é processado pelo maior valor, R$ 11 milhões; o Corinthians é alvo de cobranças em R$ 7,8 milhões; o Palmeiras em R$ 5,2 milhões e o Santos em R$ 872 mil.
A CET argumenta que, em 2005, a Lei Municipal nº 14.072/2005 determinou que os clubes passariam a ser responsáveis por arcar com as despesas das ações da companhia para minimizar problemas no trânsito durante as partidas. Em 2006, entretanto, o Sindicato das Associações de Futebol Profissional do Estado de São Paulo (SINDIBOL) conseguiu uma liminar suspendendo a cobrança.
A CET recorreu da decisão, e conseguiu revertê-la anos depois. Em 2015, a companhia afirma que se reuniu com os clubes para tentar saudar os débitos de forma amigável, mas não teve sucesso. Na documentação das ações, obtidas pelo UOL Esporte, há atas dessas reuniões, com assinatura dos departamentos jurídicos dos clubes paulistas.
As ações foram ajuizadas na última semana, e publicadas nesta sexta-feira. Nenhum dos quatro times ainda foi notificado para se defender ou realizar o pagamento.
Nos últimos dias, os quatro principais clubes do futebol paulista foram alvo de cobranças judiciais que podem trazer prejuízo milionário: a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) moveu ações sucessivas que cobram , somadas, cerca de R$ 25 milhões de São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Santos.
O alto valor é referente a serviços de orientação e minimização de impacto no trânsito em partidas de futebol entre 2006 e 2015. O São Paulo é processado pelo maior valor, R$ 11 milhões; o Corinthians é alvo de cobranças em R$ 7,8 milhões; o Palmeiras em R$ 5,2 milhões e o Santos em R$ 872 mil.
A CET argumenta que, em 2005, a Lei Municipal nº 14.072/2005 determinou que os clubes passariam a ser responsáveis por arcar com as despesas das ações da companhia para minimizar problemas no trânsito durante as partidas. Em 2006, entretanto, o Sindicato das Associações de Futebol Profissional do Estado de São Paulo (SINDIBOL) conseguiu uma liminar suspendendo a cobrança.
A CET recorreu da decisão, e conseguiu revertê-la anos depois. Em 2015, a companhia afirma que se reuniu com os clubes para tentar saudar os débitos de forma amigável, mas não teve sucesso. Na documentação das ações, obtidas pelo UOL Esporte, há atas dessas reuniões, com assinatura dos departamentos jurídicos dos clubes paulistas.
As ações foram ajuizadas na última semana, e publicadas nesta sexta-feira. Nenhum dos quatro times ainda foi notificado para se defender ou realizar o pagamento.
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